Contratação, em pleno inverno, ocorreu sem licitação e por meio de adesão de ata de Minas Gerais
Está provado. Neste governo tudo o que é do Acre merece ser descartado.
Para a administração Gladson Cameli, o que vale é aquilo importado, principalmente de Manaus ou Goiânia.
Empresas de outros estados também têm a primazia na gestão estadual.
Nesta semana, o secretário de Infraestrutura Ítalo César, anunciou, com anos de atraso, “que vai ai começar o espetáculo das obras bonitas e estruturantes do governo Gladso”. Veja a matéria aqui.

Titular de uma secretaria que foi incapaz, até agora, de dar resposta às desmandas e que não dispõe nem de viatura suficiente para fazer a locomoção do profissionais, o secretário foi buscar, em outro estado a solução dos seus problemas.
Por R$ 4,8 milhões, Ítalo César assinou contrato com a empresa PAS – Projeto, Assssoria e Sistema Eireli.
A PAS seria especializada na elaboração de peças técnicas e gráficas necessárias e indispensáveis à execução de obras públicas com tipologias e complexidades variadas.
Como é praxe na atual administração, a contratação se deu sem licitação. A Secretaria de Infraestrutura aderiu à uma ata do Consórcio Intermunicipal Multifinalitário da Área Mineira da Sudene (CIMAMS).
A empresa contratada tem sede no município rondoniense de Ji-Paraná e chegou ao Acre pela mãos de um empresário local. Também serve, segundo fonte, para pagar despesas extras e contratar funcionárias que não podem ser nomeadas no governo.
Quando o cidadão se depara com uma situação dessas, é inevitável os questionamentos sobre quais os verdadeiros interesses por trás da contratação.
É sabido qua a Seinfra conta com pessoal suficiente para fazer o serviço. Também é de domínio público que há tempo suficiente para licitar, haja vista que estamos em pleno inverno e o verão amazônico está longe vir.
Esse Portal vai apurar e investigar mais a situação. Espera-se que os órgãos de controle também façam o mesmo.
