FELIZ ANIVERSÁRIO – Fase 3 da Operação Ptolomeu é presente de aniversário para o Portal do Rosas

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Ontem, este Portal do Rosas completou quatro anos de existência.

Foram anos de luta e de resistência.

Lutando contra vários moinhos de vento.

Sobreviver cheio de processos, com as portas fechadas pelos adversários e sem apoio dos chamados aliados não é tarefa maneira.

É duro.

É árduo.

É espinhoso.

Mas resistimos e sobrevivemos.

Desde o primeiro dia da administração Gladson Cameli, este Portal denunciou toda falta de iniciativa do governo, que não construiu uma casa popular, embora tenha prometido muita coisa.

Foi este Portal Espinhoso que trouxe à luz os inúmeros casos de corrupção que corroeram a administração estadual desde 2019.

Foram muitas as denúncias, as várias operações e prisões.

Também são dezenas os processos movidos pelos corruptos contra o editor do Portal, Leonildo Rosas.

Não recuamos, seguimos em frente.

Em dezembro de 2021, a Polícia Federal (PF),deflagrou a  Operação Ptolomeu.

Nessa operação, o principal alvo era o governador Gladson Cameli (Progressistas), acusado de ser o regente de uma organização criminosa que desviou R$ 828 milhões do erário.

Bem paga, a imprensa acreana praticamente silenciou sobre um tema tão grave.

Junto com o jornalista Fábio Pontes, Leonildo Rosas conseguiu furar a bolha e emplacar matérias na imprensa nacional.

Ao tentar justificar o crescimento astronômico do seu patrimônio, Gladson Cameli disse que era efeito da inflação.

Não convenceu a ninguém.

Mesmo assim, concorreu à reeleição e ganhou no primeiro turno.

Não nos calamos.

Mantivemo-nos firmes.

Hoje, foi deflagrada a fase 3 da Operação Ptolomeu.

A ministra bloqueou bens de Cameli e determinou a apreensão do seu passaporte para evitar fuga.

Nancy Andrighi também afastou agentes públicos e proibiu 15 empresas de transacionarem com o poder público.

Bloqueou R$ 120 milhões em patrimônio dos envolvidos.

Pai, irmão e primos do governador receberam a visita da PF, do MPF e da CGU.

Sinceramente, quando a gente vê isso, dá orgulho fazer um jornalismo combativo, alternativo,  independente e progressista.

Não poderia ter havido presente melhor para quem sobrevive com tanta dificuldade…

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →