Articulador político de Gladson culpa o povo, empresários e a Justiça Eleitoral por aumento de casos de Covid-19

Por Fábio Pontes

Tem gente capaz de tudo para justificar o seu salário e livrar a pele do chefe, de quem lhe paga.

Esse parece ser o caso do articular politico do governador Gladson Cameli, “professor” Moisés Diniz.

Ex-membro PCdoB e ex-líder de governos petistas no Acre (Binho Marques e Tião Viana), o agora assessor de usou as redes sociais para tentar amenizar os danos causados pela adoção de um princípio de “lockdown” no Acre, em vigor a partir desta terça, 2.

Em resumo, o ex-parlamentar comunista escreveu que a culpa pelo fechamento das atividades econômicas não essenciais não é do chefe do Palácio Rio Branco, mas das pessoas que ignoram as medidas de isolamento social e realizam aglomerações.

“Quem está descendo o Acre pra faixa vermelha não é o Comitê da Covid-19 e nem é o governador Gladson Cameli […] Quem está fechando o Acre são as pessoas que lotaram bares e festas particulares, pistas de caminhada e encheram as ruas de gente sem máscaras”, escreveu Diniz.

Para evitar desgastes ainda maiores por conta da medida – vista como impopular por setores da sociedade –, o articulador de Cameli afirmou que os evangélicos pagam o preço pelos cervejeiros, já que a realização de cultos também está proibida até o dia 19 de fevereiro. Os evangélicos formam uma das principais bases eleitorais do governador.

“Estamos com você, Gladson”, finaliza o ex-comunista. Gladson Cameli vem sofrendo uma saraivada de críticas nas redes sociais, em especial da classe empresarial e empreendedores individuais.

O fechamento do comércio é criticado até por aliados do governador, como o senador Márcio Bittar (MDB).

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