Secretário de Saúde de Marechal Thaumaturgo diz que foi mal interpretado e afirma não ter compromisso com terceirizados

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O secretário de Saúde de Marechal Thaumaturgo, José Maria da Silva, encaminhou nota para explicar áudio publicado nesta Portal.

No áudio – ouça aqui -, o secretário admite o cometimento de várias irregularidades.

Afirma claramente que será feito concurso com cartas marcadas para regularizar a situação de pessoas que estão trabalhando por meio de terceirização.

O concurso seria apenas uma maneira legal de acomodar os ilegais.

José Maria disse, na nota, que houve um equívoco na interpretação das suas palavras, na orientação aos profissionais de serviços prestados “que devem concorrer ao processo seletivo como quaisquer candidato, pois não teremos compromisso de mantê-los no quadro de profissionais após o processo seletivo e preenchimento das vagas”.

Veja a nota enviada pelo secretário, sem revisão;

“Bom dia, venho em público relatar o equívoco na interpretação de palavras ditas pela minha pessoa quanto a orientação dos profissionais de serviços prestados que devem concorrer ao processo seletivo como quaisquer candidato, pois não teremos compromisso de mantê-los no quadro de profissionais após o processo seletivo e preenchimento das vagas. Pontuando que temos um empresa que tem o compromisso de realizar e prestar a seleção dos candidatos com segurança e transparência pública”.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →