Relatório que rejeitou aporte é de autoria da líder da prefeita, Elzinha Mendonça
O Projeto de Lei de autoria do Executivo municipal, que pretendia aportar cerca de R$ 2,5 milhões nas empresas concessionárias de transporte coletivo, não saiu da garagem.
Foi derrotado na partida.
Nesta noite de segunda-feira, os vereadores da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) vetaram, por unanimidade, o projeto.
Os demais integrantes votaram com a relatora.
A relatora é a vereadora Elzinha Mendonça (PSB), líder da prefeita Socorro Neri na Câmara.
Com a aprovação do relatório da líder da prefeita, o projeto nem irá ser votado em plenário.
Irá apenas para o conhecimento dos demais parlamentares e, na sequência, ao arquivo.
Tecnicamente, o projeto apresenta a falha de não especificar de onde virá o dinheiro
Mas o problema maior é político.
Derrotada no segundo turno, a prefeita ficou sem base, a ponto de até a sua líder se posicionar contrário ao projeto.
O aporte, segundo a prefeitura, seria para compensar as perdas de receita das empresas durante a pandemia.
Funcionários das empresas paralisaram as atividades e ameaçam radicalizar, pois estão com os seus salários atrasados.
A prefeita Socorro Neri ainda tem 16 dias de mandato.
O problema grave dos transportes coletivo ficará para o prefeito eleito, Tião Bocalom.
