Se vivêssemos tempos normais, o sujeito com Tião Peixão Bocalom não teria sido eleito prefeito de Rio Branco.
E muito menos reeleito.
Mas não estamos em plena normalidade.
O ódio disseminado e não explicado ao PT se encarregou de produzir aberrações como a que estamos vendo.
O pior é que a tendência é piorar.
Peixão Bocalom, que foi incapaz de ajeitar as ruas da capital, apareceu nas redes sociais, dizendo que irá resolver o problema da BR-364 com concreto.
Peixão Bocalom é aliado da família Bolsonaro.
Jair Bolsonaro passou quatro longos e inesquecíveis anos como presidente da República.
Deixou a BR-364 se acabar.
Preso, o ex-presidente colocou o seu filho Flávio Bolsonaro como seu preposto à disputa presidencial.
A tendência é que o Bolsonarinho ganhe a maioria do votos no insignificante Acre.
Deixemos a eleição presidencial mais para a frente.
Afinal, falar mal das condições da rodovia virou moda, principalmente por aliados do ex-presidente, que foi tornado um presidiário por tentar golpe de Estado.
Voltemos ao Peixão Bocalom.
Bocalom descobriu que mentir é o melhor remédio.
E como mente…
Pré-candidato ao governo o Acre, a tendência é que amplie o arsenal de lorota.
Mas não podemos deixar as suas promessas cairem no esquecimento.
Lembro que ele vivia bradando que iria abrir a caixa preta do transporte coletivo.
O que era ruim, piorou.
Foi arreganhando um grande buraco azul no sistema.
O resultado é que a população sofre com a tragédia gerada por Peixão Bocalom.
A herança ficou para o prefeito Alysson Bestene, que terá que engolir o abacaxi calado e com casca.
O Peixão Bocalom, na verdade, tem muito é queixo.
