Agora vai, parece que o Acre, como fora prometido por Gladson Cameli, resolveu abrir as portas para o desenvolvimento.
O Diário Oficial hodierno trouxe a publicação da celebração de um contrato que visa encontrar um Diagnóstico para o Desenvolvimento Econômico do Acre: Meio Ambiente e Economia
O nome é pomposo. O preço a ser pago vultoso.
Por esse diagnóstico, o governo pagará mais de R$ 2,6 milhões ao Instituto de Gestão, Avaliação e Pesquisa Aplicada à Ciência, Tecnologia e Inovação (Igap), com sede em Brasília, DF.
Esse Igap, aliás parece ter achado no Acre o mapa da mina. Antes desse contrato, firmou outro para desenvolver jogos de vídeo game, conforme foi relatado aqui no Portal. Veja aqui.

A contratação dessa empresa ocorre, coincidentemente, no momento em que o ex-secretário de Planejamento do Acre Gilberto Siqueira está desenvolvendo trabalho semelhante na Secretaria de Estado de Ciência, Indústria e Tecnologia (Seict).
A Seict é comandado pelo Anderson Abreu, que é tio de Gladson Cameli.
Segundo o contrato, o Igap irá realizar um amplo diagnóstico para o planejamento da economia do Estado do Acre, com a demonstração das metodologias a serem utilizadas para obtenção dos objetivos propostos e o foco de atuação nos 10 municípios do Estado do Acre em que o estudo abrangerá.
Os recursos foram obtidos por meio de convênio com o Ministério do Desenvolvimento Regional.
“Deverá, ainda, levar em consideração os desafios, problemas e potencialidades do Estado, permitindo o estabelecimento de objetivos de desenvolvimento factíveis para os próximos anos, tendo em mente o fomento e apoio ao crescimento econômico, ao progresso e à geração de trabalho e renda, com respeito à preservação do meio ambiente e sem negligenciar as pessoas ou o bem-estar dos acreanos”, diz o contrato.
Como é praxe no governo, não houve licitacão.
Tudo ocorreu por meio de chamamento público.
Cadê os órgãos de controle?


