
Sem alarde, no inicio de dezembro do ano passado, o presidente da Câmara de vereadores de Rio Branco, Lira Morais (PT), instalou uma comissão para fazer auditoria no contrato de mídia do Legislativo municipal.
O contrato, que sofreu dois aditivos, teve o custo inicial de R$ 1,9 milhão. Até novembro de 2019, já havia consumido mais R$ 3.2 milhões.
Formada por seis servidores, comissão tem até o dia 28 de fevereiro para apresentar um relatório minucioso a Morais.
Assinado em 2016 com a empresa PWS Publicidade e Propaganda Ltda, o contrato foi alvo de inúmeras denúncias, que levantavam suspeitas do cometimento de atos ilícitos.
Era para ser renovado, mas o vereador presidente alegou a necessidade de procede frequentemente a verificação de correção de procedimentos administrativos e não assinou a renovação.
Segundo Morais, o contrato é complexo e demanda o fornecimento de apoio do controle interno da Câmara de Vereadores, a fim de possibilitar maior celeridade na análise.
“A comissão tem por finalidade aferir a regularidade dos procedimentos administrativos adotados, compreendendo as etapas de planejamento da contratação, seleção do fornecedor e gestão da execução contratual”, argumentou o presidente.
Segundo informações não oficiais obtidas pelo Portal do Rosas, os danos ao erário podem chegar a R$ 1 milhão.
A comissão atestará a lisura ou não dos procedimentos,
