Pesquisa encomendada pela Fieac aponta cenários indefinidos para 2022 e governador com aprovação de pouco mais de 50%TO

Gladson Cameli tem 47% das intenções de votos contra 42,9% dos seus adversários

Muitos mais para justificar o que recebe do que visando fazer leitura fria dos números, sites locais apresentam Gladson Cameli como um “gigante na política”.

Esse suposto gigantismo nasce a partir da interpretação dada aos  números apresentados pela pesquisa encomendada pela Federação das Indústria do Acre (Fieac) ao Instituto Perfil, com sede na Bahia.

Segundo o divulgado, o governador tem 69,2% de aprovação.

A história não é bem assim.

Foi feita uma gambiarra para inflar uma aprovação inexistente.

O quesito regular, seja ela bom ou ruim, não é sinômino de aprovação.

Quem considera uma administração regular é a mesma pessoa que julga o governo como se fosse “meia-boca”.

A verdade é que o governo Gladson Cameli tem aprovação de ótimo e bom de pouco mais 50% dos entrevistados.

Apenas 11,2% consideram a administração ótima e outros 38,9 acham que as cosias estão boas.

Para vitaminar a popularidade governamental, os sites acrescentaram 19,1% de regular positivo.

O problema é que não somaram os 15,6% de regular negativo aos 15,3% que que veem o governo como ruim (7,3%) e péssimo (8,0%).

Ou seja: 30,9% dos entrevistados desaprovam o governo Cameli.

Vamos falar sobre o quesito eleitoral.

Diferentemente do que tentam vender, a reeleição de Cameli não parece tão confortável.

Sem ter os adversários definidos, o governador tem 47% da preferência do eleitorado.

Vem seguido pelo petista Jorge Viana, com 23%.

O detalhe importante é que, somados os percentuais de todos os possíveis adversários, a oposição tem 42,9%.

Há espaço para disputa.

Gladson Cameli não é imbatível como muitos chegaram  acreditar.

Uma campanha é terreno fértil para expor as contradições de um governador que prometeu muito, mas não realizou nada.

O seu percentual eleitoral é muito semelhante à sua aprovação entre ótimo e bom.

Já para o Senado, também ficou claro que não existe facilidade.

Apontado por muitos como o caminho mais fácil para Jorge Viana voltar a ter mandato, esse é um terreno pantanoso.

Simplesmente  44,26% responderam que ainda não escolheram o candidato, segundo pesquisa espontânea.

Na estimula, 27,4% disseram que votariam em  Jorge Viana, enquanto 19,6% apostariam no deputado federal  Alan Rick.

Na terceira posição surge Jéssica Sales , com 15,2%.

Márcia Bittar figura  11,9%,  Vanda Milani tem 3,4% e Mailza Gomes soma 2,6%.

A surpresa fica por conta do advogado Sanderson Moura, com 2,3%.

O jogo está apenas começando.

Ainda pode acontecer muitas coisas.

Foram ouvidos 1.482 eleitores nos municípios de Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira, Tarauacá, Feijó, Brasileia, Xapuri e Epitaciolândia.

 

 

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