A situação da segurança pública no Acre tem sido motivo de grande preocupação nos últimos tempos.
Desde 2017, quando o então governador Tião Viana alertou sobre o “ovo da serpente” que estava sendo chocado, pouco foi feito para enfrentar o problema.
A realidade é que as organizações criminosas têm se fortalecido e dominado nossa cidade.
Enquanto isso, os órgãos responsáveis pela segurança não têm apresentado resultados satisfatórios.
Poucos sabem o nome do secretário de segurança, o comandante da PM ou o que a Polícia Civil tem feito em termos de investigações. Brigas internas e o fechamento da delegacia de combate à corrupção são apenas alguns dos problemas enfrentados pela Polícia Civil.
É preocupante ver a falta de cooperação e a desunião entre as forças de segurança, que antes trabalhavam juntas para combater o crime.
O governador, por sua vez, parece estar mais interessado em entretenimento do que em cobrar resultados de seus subordinados. A compra de veículos e armamentos não será suficiente se a cidade continuar à mercê das organizações criminosas.
É fundamental que todas as esferas de governo atuem de forma integrada e eficiente para enfrentar esse problema. Afinal, quantas mães ainda terão que chorar a perda de seus filhos de forma tão trágica? Essa é uma pergunta que deve ser feita e que exige respostas urgentes.
Em resumo, é necessário abordar essas questões políticas com seriedade e buscar soluções efetivas. O diálogo, sem radicalismos, é essencial para promover um debate construtivo e encontrar caminhos para melhorar a segurança pública em nossa região.
