Petecão assume a campanha e tenta vender versão Bocalom “paz e amor”

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Acostumado a ganhar a eleição fazendo brincadeiras e com assumindo pouco compromisso com o eleitor, o senador Sérgio Petecão (PSD) tenta emplacar o mesmo estilo nas eleições municipais deste ano, em Rio Branco.

No período eleitoral, o senador até flertou com a prefeita Socorro Neri (PSB), chegou a dançar com a socialista em vários eventos, mas o casamento político não se viabilizou.

Sérgio Petecão acabou casando com o turrão Tião Bocalom (Progressistas).

O senador tem todo interesse do mundo.

A sua esposa, Marfiza Galvão, é candidata a vice-prefeita na chapa do homem da “vaca mecânica”.

Político matreiro, Petecão percebeu que Bocalom teria pouca chance de sucesso se mantivesse o estilo que lhe é característico: brigão e que exala ódio a cada fala pública.

Candidato há década aos mais diversos cargos por variados partidos, Tião Bocalom nunca logrou êxito eleitoral para além da divisa de Acrelândia, município onde foi prefeito três vezes.H

Há mais de 20 anos, o destino do progressista conservador tem sido a balsa rumo à Manacapuru.

O senador percebeu a necessidade de mudança de rumo.

Nos programas eleitorais, Petecão assumiu o protagonismo.

Tal qual o anão Montana Jack, fiel parceiro do senador, Bocalom limita-se a sinalizar a tentar passar o ar de bem-humorado, coisa que está distante de ser.

Acostumado a falar muito, o candidato está quase mudo. É a estratégia.

Sérgio Petecão tentar vender um Bocalom “paz e amor”. Parece que a coisa está funcionando.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →