PORONGA – Ao pedir socorro ao governo federal para realizar Expoacre, governo Acre confessa o fracasso na economia

2–3 minutos

Olá, vamos porongar!

Eu vi a manchete e achei pouco crível.

Mas, como vivemos no “Absurdistão” chamado Acre, não duvido mais de nada.

A manchete diz: “Acre solicita apoio do Governo Lula para trazer shows nacionais à Expoacre”.

Mais de 90% das pessoas só leem as manchetes.

Não me enquadro neste percentual.

Leio os textos.

Na matéria, produzida pela Agência de Notícias do governo, não fala sobre os shows nacionais.

Fala apenas do pedido de socorro ao governo do presidente Lula para realizar o grande arraial com o nome de Expoacre.

Há vários pontos a ser abordados.

Eu passaria um dia inteiro falando, mas não tenho tempo e nem você paciência.

Lembro que em 2018, em campanha, o governador disse que iria abrir o Acre para o desenvolvimento e fortaleceria o agronegócio.

Passados mais de seis anos, o governo recorre ao governo que não ajudou a eleger para fazer festa com o chapéu alheio.

O normal não seria a iniciativa privada tomar as rédeas da situação?

Certo dia, o professor Carioca Nepomuceno disse que a iniciativa privada do Acre é órfã de iniciativa.

Ele recebeu críticas de todos os lados.

Mas a história mostra que não estava errado.

Voltemos aos shows.

Há poucos dias, em cima de um palco, o governador Gladson de Lima Cameli, o Dançarino, prometeu trazer a dupla sertaneja Jorge & Matheus.

No embalo, assumiu o compromisso de trazer Gustavo Lima.

Já pensou o governo Lula patrocinando o show de um artista bolsonarista, para um governador bolsonarista em um estado super bolsonarista?

Seria o fim da picada.

Vamos falar sobre essa questão de eventos.

Esse é um tema pouco falado, mas é grave.

O atual governo quebrou o setor de eventos.

Nesse embalo, ox shows passaram a ser trazidos pela administração estadual, em parcerias que mereciam investigações,  como as formalizadas com a Associação Comercial.

No meio, todos sabem o que rola e os interesses envolvendo a Casa Civil do governador.

Só que o medo de falar e sofrer represálias é maior.

E ninguém quer cantar em nota distoante do poder emanado daquele apelidado de Boca de Mel.

Acho que o Dinheiro federal não vai vir.

Mas pode acreditar que essa será, mais uma vez na versão oficial, a maior Expoacre de todos o tempos.

Ah, será que já pagaram as empresas que prestaram serviços no ano passado?

Vida que segue.

Fui, um forte abraço e um cheiro do Rosas.

Tchau.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →