Quando Paris Diz “Non” e a Dança dos Jatinhos

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Ah, o Acre! Esse estado que já foi motivo de piada por muitos que acreditavam que ele não existia, mas que, ironicamente, tem se mostrado mais real e presente do que nunca no cenário político. E, como toda boa história, temos aqui ingredientes dignos de uma novela: viagens, jatinhos, Paris e… desconvidados?

Pois é, parece que nosso querido governador, que tem uma paixão quase juvenil por jatinhos e viagens, foi desconvidado de um evento em Paris. Sim, Paris! A cidade das luzes, dos croissants e da Torre Eiffel. Mas, por quê? Bem, segundo a coluna Painel da Folha de São Paulo, a secretária de Meio Ambiente e Povos Indígenas foi um tantinho descortês com os organizadores. E, como dizem, cortesia com cortesia se paga – ou, neste caso, se desconvida.

Mas, olhando pelo lado bom, nosso governador não precisará passar pelo constrangimento de pedir autorização à justiça para viajar. Já pensou? “Oi, juiz, posso ir a Paris? Prometo que volto!”.

E falando em meio ambiente, a secretária em questão tem sido, digamos, uma figura… peculiar. Antes uma expoente na área, agora parece ter dificuldades de articulação até mesmo internacionalmente. E, para piorar, há rumores de que ela tentou colocar barreiras para uma parceria com o IPAN, alegando ser uma “ONG petista”. Ora, desde quando dinheiro tem ideologia? Se o dinheiro falasse, provavelmente diria: “Me poupe, me economize e, principalmente, me invista bem!”.

O Acre sempre brilhou nas discussões de meio ambiente. Era nossa estrela dourada, nosso orgulho verde. Mas agora, com um governador “desconvidado” e uma secretária que parece dançar fora do ritmo, o futuro parece incerto.

No fim das contas, fica a lição: na dança da política, é preciso saber os passos, ter ritmo e, principalmente, não pisar no pé dos parceiros. E, se por acaso receber um convite para Paris, seja cortês. Nunca se sabe quando a cidade das luzes pode apagar a festa. 😉