Gastos exorbitantes com o avião do governador: um luxo desnecessário para o Acre

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Você sabia que cada vez que o governador do estado e sua equipe, ou até mesmo a vice-governadora, viajam de avião, eles não utilizam voos comerciais? Isso mesmo! E acredite, cada uma dessas viagens custa uma verdadeira fortuna para os padrões do nosso estado pobre.

Vamos dar uma olhada em alguns dados: No dia 28 de março do ano passado, por exemplo, esse avião decolou de Rio Branco com destino a Manaus, depois para Brasília e de volta para Rio Branco. E sabe quanto custou esse voo?

A incrível quantia de duzentos e sessenta e cinco mil seiscentos e cinquenta reais. É isso mesmo! Cada vez que esse avião parte, nós, os acreanos, pagamos uma fortuna.

É realmente absurdo que o governador não utilize a estrada, como a BR 364, por exemplo.

Recentemente, esse jatinho estava em Cruzeiro do Sul. É um verdadeiro luxo para um estado como o nosso, pobre, como o Acre. Eu até tenho aqui algumas notas que comprovam esses gastos, mas elas são do ano passado.

Estou buscando apoio de advogados e especialistas em legislação para obter mais informações sobre esses gastos. Segundo a lei de acesso à informação, eles são obrigados a mostrar os contratos e por onde esse avião anda. Vamos lutar por transparência!

A oposição também precisa se posicionar. Até o momento, apenas o deputado Edvaldo Magalhães do PCdoB tem se manifestado. Nós, como cidadãos, temos a obrigação de cobrar e, pelo menos, levar esse assunto ao conhecimento do Ministério Público e do Tribunal de Contas.

Não podemos nos calar diante dessas informações. Vamos lutar por mais transparência nos gastos públicos e garantir que nosso dinheiro seja utilizado de maneira responsável. O Acre merece melhor!

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →