Acre: o fogo amigo contra os exonerados da Ptolomeu

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É de conhecimento público uma série de revelações envolvendo assessores diretos e secretários do governador Dançarino, acusados de fazer parte de uma organização criminosa.

Surpreendentemente, grande parte desses indivíduos permaneceu em seus cargos, não sendo exonerados. Essa situação é impressionante, uma vez que, ao invés de serem demitidos, essas pessoas continuam ocupando posições e recebendo salários.

Mas há os que foram abandonados no meio do caminho. Porém, é importante ressaltar que esses indivíduos possuem informações valiosas, o que desperta o interesse da Polícia Federal e do Ministério Público Federal em obter delações premiadas.

Além de perderem seus cargos e o status que tanto apreciavam, essas pessoas estão sendo prejudicadas por ex-colegas que permaneceram no governo.

Essas pessoas, não apenas convenceram Dançarino a demitir os assessores e secretários, mas também estão plantando notícias negativas sobre eles na imprensa. Inclusive, algumas tentaram me envolver nessa estratégia, procurando-me para divulgar notícias falsas contra os antigos assessores e secretários. No entanto, deixei claro que não aceitaria participar desse jogo sujo.

Esses indivíduos estão sendo tratados com total desrespeito e estão sentindo as consequências disso.

Por estarem em uma posição frágil, é provável que optem por fazer uma delação premiada. E, nesse caso, quem sairá prejudicado será o próprio governador Dançarino, já que as evidências contra ele são abundantes.

Outro grupo afetado por esse escândalo são alguns empresários que estão sendo excluídos e descartados. É importante destacar que, em situações como essa, é melhor manter a paz e evitar conflitos com pessoas desse tipo. Não se brinca com quem pode causar problemas.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →