BANCO DA MULHER: Candidata ao Senado Nazaré Araújo defende linhas de crédito para mulheres começarem o próprio negócio

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Assessoria

O Banco da Mulher, uma das principais bandeiras de campanha da candidata ao Senado Nazaré Araújo (PT), trata da oferta de linhas de crédito e de trabalho somados a diversos serviços como educação financeira e formação profissional.

“Para a mulher que confecciona o bolo, por exemplo, queremos uma formação que vá trazer palestras, rodas de conversas sobre quem é ela dentro de uma sociedade. Temos vários casos de sucesso no Brasil, como o Magazine Luiza. Eles vendem para pessoas que podem pagar um pouquinho por mês em várias parcelas, mas pagam. Essas pessoas têm orgulho de poder chegar ao fim do mês e pagar aquela continha”, destaca.

Nazaré explica que o microcrédito vai fazer esse tipo de investimento também. A ideia é que o Estado tenha a capacidade para atender a beneficiária no entorno dela pela parte social e educacional. A proposta é que esse auxílio chegue a várias mulheres do Brasil. “Não é só para as mulheres do Acre. O que eu peço é o olhar especial às linhas de crédito que sejam disponibilizadas para as mulheres dentro da Amazônia. Esse valor é possível, por isso eu digo que são várias linhas de crédito”, garante.

Mulheres da zona rural ou urbana, vítimas de violência doméstica ou não, mas que precisam de apoio para começar um pequeno negócio, terão esse amparo. É uma maneira de garantir a independência financeira e o sustento da casa.

“Algo que já existe no Senado é o percentual dentro das licitações de vagas para os prestadores de serviços terceirizados de determinadas instituições para que sejam destinadas às mulheres vítimas de violência doméstica. Muitas vezes, ela não consegue sair do processo de violência que enfrenta porque não tem como se sustentar. A partir do momento em que ela tem uma colocação dentro do mercado de trabalho, isso muda”, defende.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →