“Está aqui a cara do trabalho”, ressalta Edvaldo Magalhães sobre Jorge Viana

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Assessoria

O deputado estadual e candidato à reeleição, Edvaldo Magalhães (PCdoB), disse durante reunião em Porto Walter, no último domingo (5), que o ex-senador e candidato ao Governo do Acre, Jorge Viana, “é a cara do trabalho”. O parlamentar, que já foi líder do governo de Jorge na Assembleia, afirmou que Jorge Viana e Marcus Alexandre são pessoas dedicadas a construir e mudar realidades.

“Se alguém quer discutir estrada, está aqui Jorge Viana. Foi quem mais construiu estrada na história do Acre. Se alguém quer discutir Educação, quando ele assumiu o governo, as famílias aqui em Porto Walter, as pessoas tinham que se apartar das suas famílias e ir para Cruzeiro do Sul trabalhar na cozinha dos outros para fazer o segundo grau. Ele vai trazer uma nova escola modelo de ensino médio aqui para Porto Walter. Ele que começou, ele vai continuar. Se alguém quer discutir produção, ora abandonaram os produtores nos projetos de assentamentos, nos igarapés, nas beiras dos rios, está aqui um engenheiro que apoia a produção. Se quer discutir trabalho, aí é covardia. Está aqui a cara do trabalho. O outro [Gladson] é a cara da mentira”, disse Edvaldo Magalhães.

O parlamentar estadual afirmou que por tudo que Jorge Viana já fez pelo Acre em dois mandatos de governador, um de senador e outro de prefeito de Rio Branco, já merecia o apoio. Porém, agora, há a necessidade real de Jorge Viana voltar ao governo para colocar o Acre no trilho do desenvolvimento econômico e social.

“Ninguém bota porteira no coração de ninguém. Quando a gente quer fazer, a gente faz. É só você e a urna e nós faz a mudança. Se fosse apenas pelo que já foi feito, o Jorge já merecia o nosso abraço e nosso apoio. Mas, não vai ser pelo que já foi feito, porém vai ser pelo que precisa ser feito”, afirmou.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →