Emissário procura vice-governador Rocha para tentar recomposição com Gladson Cameli, mas ouve não como resposta

1–2 minutos

O desespero parece ter batido às portas.

Nesta terça-feira, um emissário procurou o vice-governador Wherles Rocha com uma difícil missão: pacificar a relação com o governador Gladson Cameli

Rocha refutou o acordo.

Disse que a pessoa chegou tarde. “Se fosse há dois anos, teríamos condição de nos aproximar”, teria dito Rocha.

O emissário que procurou Rocha foi o mesmo que foi até o MDB, sem obter sucesso até agora.

Eleitos em 2018, o governador e o vice-governador estão rompidos há muito tempo.

Rocha fez diversas denúncias e declarou que o governo mergulhou num lamaçal de corrupção

Gladson Cameli praticamente perdeu todos os aliados. Tenta a cartada dr atrair o MDB, oferecendo cargos e apoio à candidatura da deputada federal Jéssica Sales ao Senado.

O MDB, por sua vez, lançou a pré-candidatura da deputada federal Mara Rocha ao governo.

Hoje teve reunião em Brasília. Maiores informaçõez serão publicadas amanhã.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →