PIPIRA AZUL – Igrejas e agro lançarão candidatos a governo e ao Senado sem Mailza Gomes

2–4 minutos

Eita que a Pipira Azul aproveitou o feriadão santos para ouvir histórias e estórias.

Esteve até em templos religiosos e descobriu que crentes e lideranças evangélicas, entre elas o presidente da Assembleia de Deus em Rio Branco, pastor Luiz Gonzaga de Lima, se reuniram com o pré-candidato a governador Robson Aguiar (PSC) e confessaram: a Igreja não tem nenhuma convergência com Gladson Cameli Progressistas).

Esse lideres segundo ouviu o pequeno pássaro, estão prontos para a notícia de que a senadora Mailza Gomes não disputará a reeleição,  estando dispostos a lançar nome para a vaga dela.

Robson Aguir, pelo que foi escutado, ganhou a simpatia dos crentes que têm rejeição a Camelí, sobretudo por haver fechado templos religiosos e constrangido, especialmente, evangélicos através de mecanismos governamentais e áulicos em veículos de Comunicação alinhados ao governo, durante a Pandemia.

Com o iminente anúncio de que será candidata a deputada federal pelo Progressistas e consequente composição com outro rejeitado – Márcio Bittar, por seu histórico de escândalo sexual com garota de programa alardeado país a fora, que levou, inclusive o presidente Bolsonaro a não torná-lo ministro de Estado e queimar o filme junto à sua base conservadora evangélica – restaria avaliar Alan Rick.

Ocorre que o deputado sacristão do governador não tem boa memória junto aos irmãos. Crentes de três das maiores denominações do Acre ( Universal, Batista do Bosque e a própria Assembleia de Deus em Rio Branco) não esqueceram a rasteira que tomaram dele quando Rick se elegeu e se reelegeu.

Ele foi apoiado pelos crentes, mas lavou as mãos da mancha de compromissos ao aterrissar no Planalto Central.

A Pipira lembra que, recentemente, o parlamentar peregrinou nas portas de igrejas, mas só o presidente da Igreja Batista do Bosque, Agostinho Gonçalves, que untou com o óleo de líder de célula, o abençoou com flash e selfies para a “membrezia”.

E foi só.

Ainda sem nome oficialmente apresentado em público, foi Robson Aguiar, um neófito no Reino e na Política, presbítero da Igreja Metodista Whesleyana, quem badalou o sino dos corações convertidos, e até ganhou “oportunidade” no altar do Templo Sede da Assembleia de Deus em Rio Branco, através do próprio pastor Luiz Gonzaga. Foi lá que se anunciou-se candidato e foi aplaudido.

Aliados por pautas comuns e interesse em exorcizar o governador da Babilônia e Dançarino dos Sete Véus do poder, o PSC de Robson Aguiar e os empresários do agronegócio, em torno dos fazendeiros Fernando Zamora e Jorge Moura, também já teriam discutido com os crentes o lançamento de candidato próprio à vaga identificada como cristã pelo agrupamento debilitado Aliança Cristã Pelo Acre, que reúne também PRTB e PMN.

Robson Aguiar confirma as articulações, mas diz que ” o PSC respeita a Carta Manifesto que anunciou no início do mês de abril a intenção de coligação.

O pequeno pássaro fofoqueiro ouviu que cada agremiação da Aliança tem autonomia para se posicionar, inclusive apresentar seus nomes a qualquer cargo, mas o nome que o PSC apresentará tem livre trânsito entre cristãos e não cristãos. É acreano apaixonado pelo Acre, dependente de Deus e de quêbe com refresco, além de muito querido dos mais humildes.

Aguiar se mantém em silêncio, por respeito à  Mailza Gomes e à estratégia da Aliança Cristã Pelo Acre.

Segundo Robson, depois da Semana Santa a Aliança Cristã Pelo Acre começará a veicular vídeos do PSC, apresentando as bandeiras do partido aos eleitores do Estado.

Essa Pipira não cansa…

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →