Olá!!!
Meu amigo, minha amiga, quantas vezes você ouviu a promessa de compra de vacina pelo governador Gladson Cameli?
Foram inúmeras vezes, não foi?
Você também tem visto com frequência o governador falar sobre a aliança com o senador Marcio Bittar, estou certo?
Pois bem, com um aliado desses é melhor ter inimigo declarado.
Vamos ver isso na TV Espinhosa?
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Vamos lá?
Ex-militante do PCB, o solteirão Marcio Bittar está convertido num Bolsonarista convicto.
Está se dando bem na história.
Na verdade tem milhões de motivos para fazer a defesa cega e doente de um governo que tem características genocidas.
Dessa vez, para defender o gol contra do seu presidente da República, que chamou a Copa América para um Brasil de mais de quatrocentos e sessenta mil mortos por Covid, o aventureiro atacou, indiretamente, o seu aliado Gladson Cameli.
Ignorando as promessas do aliado acreano, Bittar disparou:
- Cadê a vacina que os governadores iriam comprar?
Ignorante aposta na ignorância alheia para se dar bem.
Primeiro, a responsabilidade pela vacinação brasileira é do governo federal.
Esse governo federal que ignorou as ofertas de vacina feitas por laboratórios do exterior e do Brasil.
A CPI da Covid está deixando tudo muito cristalino.
Em segundo lugar, se existe vacinação no Brasil é porque o governador de São Paulo, João Dória, contra as criticas de Jair Bolsonaro e os seus bolsominions resolveu investir na Coronavac.
Em terceiro lugar, os governadores resolveram comprar vacinas para não se omissos como foi o governo federal.
A compra não foi efetivada porque, estranhamente, a Anvisa travou a negociação da Sputinik V.
Eram mais trinta e sete milhões de doses para vacina brasileiras e brasileiros.
Quando criticar os governadores para defender o indefensável, o senador turista ataca ao seu aliado doméstico.
É certo que Cameli não trouxe uma dose de vacina, mas não podemos negar que tentou.
Gladson prometeu primeiro um milhão de doses de vacina e depois setecentas mil.
Por mais que eu seja crítico do governo e do governador, devo admitir que nessa história ele não tem culpa.
Na verdade, Marcio Bittar é aliado de Gladson Cameli da boca para fora.
Quando abre a boca, expõe o que o seu cérebro pensa e trama.
Ele mesmo disse, certa vez, que Gladson estava longe de ser o candidato dos seus sonhos.
Ao fazer a defesa de Bolsonaro, na verdade, ele dá um chute nas partes baixas de Gladson Cameli, a quem vem jurando amor e lealdade.
A Copa América é um gol contra a saúde pública sim.
Mas o chute dolorido de Bittar foi em Gladson Cameli.
E vai chegar o momento que do pescoço para baixo será canela.
E a vida segue.
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Tchau e forte abraço com cheiro de Rosas.
