Olá!!!
Alçado à condição de aliado preferencial do governador Gladson Cameli, o senador aventureiro Marcio Bittar resolveu atacar aos trabalhadores em Educação.
Usando e abusando das benesses de senador da República, Bittar disse que os trabalhadores estão querendo privilégios porque, pasme, cobram prioridade na vacinação contra a Covid-19.
É cada uma….
Vamos ver isso direto e reto em mais uma TV Espinhosa?
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Vamos lá?
Na luta por melhores salários e condições de trabalho, os trabalhadores em Educação do Estado devem está sentido falta de um tempo em que eram recebidos e respeitados nas mesas de negociações.
Os embates eram duros, mas respeitosos e quase sempre os trabalhadores saiam ganhando.
Nos tempos atuais as coisas são diferentes.
O atual governo usa de dois argumentos pesados para coibir manifestações: a polícia e a Justiça.
Antes de falar sobre o pedido de ilegalidade da greve da Educação, que foi prontamente atendido pela Justiça acreana, é bom recapitular como o atual governo trata manifestação de trabalhadores.
Os primeiros a experimentarem a prática governista foram os trabalhadores em Saúde.
Esses trabalhadores iniciaram uma greve, o governo recorreu à Justiça, que também decretou que o movimento era ilegal.
Você lembra disso?
Quem lembra da militarização da Saúde, quando até deputado foi agredido por secretário militar importado pelo governador?
Durante a reforma da previdência estadual, você lembra que o governador mandou cercar a Assembleia Legislativa para impedir a entrada dos trabalhadores na chamada Casa do Povo?
Pelo jeito, tornou-se crime trabalhador ousar reivindicar melhorias do governo.
Gente, não esqueçamos que, enquanto senador, Gladson Cameli votou a favor da PEC da Maldade, que congelou os recursos da Saúde e da Educação por longos vinte anos.
Não nos enganemos.
Marcio Bittar, o aliado preferencial do governador, foi o relator do orçamento da união.
É o mesmo que colocou cinquenta milhões de reais de emendas extra-orçamentárias para municípios de Goiás e Ceará, sem alocar um real para o Acre.
Trata-se de um politico que agiu e age para acabar com as despesas obrigatórias da Educação e da Saúde.
Não esqueçamos disso.
Bittar é do MDB, o partido que governava o Acre quando os trabalhadores em Educação foram brutalmente espancados em praça pública pela polícia.
Naquele ano, o seu irmão Mauro era um dos medalhões do governo Flaviano Melo.
Que moral tem uma pessoa dessas para falar em privilégios?
Bittar é o político que se diz conservador, mas, depois de dissolver um casamento de décadas por motivo que não cabe dizer aqui, tenta arranjar um mandato de senadora para a ex-esposa.
Isso porque ela teria dito:
- Você pode até me deixar, mas vai me deixar do seu tamanho.
É com esse tipo de gente que o governador está se juntando.
Gladso Cameli prometeu aos trabalhadores em Educação que iria buscar o diálogo, mas preferiu, como fez com a Saúde, judicializar a questão.
Os trabalhadores em Saúde, aliás, se preparam para uma paralisação no próximo dia 14.
O governador anunciou que irá dialogar com as várias categorias.
Resta esperar o que virá.
Finalizo lembrando que a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação, a senhora Rosana Nascimento, concorreu a deputada federal, votou e pediu voto para Gladson Cameli e Marcio Bittar.
Ela quer se reeleger, mas é importante lembrar que ela é cumplice do que acontece.
Boa parte dos seu quase seis mil votos foi para a dupla Cameli/Bittar.
O mesmo pode ser dito do presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Adailton Cruz, que chegou a dizer que a entidade era parceria do atual vice-governador Wherles Rocha.
É tempo de luta, mas não esqueçamos que as consequências do voto às vezes são cruéis.
Geram privilegiados como Marcio Bittar.
E a vida segue.
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Tchau e forte abraço com cheiro de Rosas.
