Bittar ressurge (pelas redes sociais) e critica medidas de Cameli para evitar colapso da Saúde

1–2 minutos

Por Fábio Pontes

Desaparecido do Acre há muito tempo, o senador negacionista Márcio Bittar (MDB), enfim, deu as caras neste começo de fevereiro – ainda que virtualmente.

Mostrando-se bastante bronzeado. após uma longa temporada pelas ensolaradas praias do Nordeste, Bittar ressurgiu das cinzas para criticar as medidas de isolamento social adotadas pelo governador Gladson Cameli (PP) para evitar o colapso do sistema público de saúde do estado, em meio à segunda onda da pandemia da Covid-19.

Assim como os demais bolsonaristas, Bittar coloca a economia e não a preservação da vida acima de tudo e de todos.

O parlamentar até lançou uma campanha em suas redes sociais: “Fechamento total do comércio não é solução”.

Como não conhece a realidade acreana por muito pouco aqui colocar seus sapatos, Bittar está por fora de tudo.

Não sabe que enfrentamos uma explosão no número de novos infectados, e que nossos hospitais estão à beira do colapso. Há quase um ano nossos profissionais de saúde estão numa batalha que os leva ao esgotamento físico e mental.

Parte dessa tragédia é alimentada por políticos como ele, que menosprezam os efeitos devastadores do coronavírus.

Neste quase um ano de pandemia, não vimos uma ação concreta do senador em favor do povo acreano para mitigar os efeitos da pandemia. Ele bate palmas para a decisão de Bolsonaro de não prorrogar o auxilio emergencial, deixando milhões de brasileiros na miséria.

É lógico que ninguém é a favor do fechamento da economia, mas, infelizmente, é a única solução no momento. A vacina está aí, e não é graças a políticos da estirpe de Bittar. Aos poucos o resto da população será vacinada, e o mundo voltará ao normal, a economia vai se recuperar com o trabalho de pessoas que sobreviverem ao vírus.

Para isso, o isolamento social ainda é a única solução.


(Ah, para ter aliados como esse, o governador Gladson Cameli não precisa de inimigos)

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →