Edvaldo diz que Orçamento precisa contemplar áreas estratégicas como a Segurança Pública

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Assessoria

O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) comentou nesta quinta-feira (1º) a respeito da peça orçamentária para 2021, que já está na Assembleia para apreciação. O parlamentar disse que preliminarmente, a peça traz os mesmo vícios que a apresentada no ano passado. Ou seja, se subestima as receitas para favorecer o remanejamento e a suplementação dos órgãos.

Fotos: Sérgio Vale

Ele disse que é “a peça orçamentária do ano passado foi subestimada e durante a execução do ano, nós assistimos as suplementações permanentes. Essa peça que acabou de dar entrada na Casa traz o mesmo vício: se subestima a arrecadação, se diminui os orçamentos dos órgãos, do próprio governo, do próprio poder executivo para depois remanejar, suplementar conforme os interesses”, destaca Edvaldo Magalhães.

O parlamentar salientou que “a discussão que nós vamos fazer é saber se está contemplado aquilo que está sendo dito. Por exemplo, na área da Segurança Pública, se está assegurado no Orçamento os recursos necessários para chamar o cadastro de reserva da Polícia Militar, para chamar os concursos da Polícia Civil”, frisou ao demonstrar preocupação com os aprovados que estão no cadastro de reserva.

Ao final Edvaldo Magalhães ressaltou que os próximos três meses serão de audiências, debates e reuniões em torno do Orçamento.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →