Instalada há um ano no Acre por meio de carona, Murano Construções continua prestigiada no governo Cameli

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Há pouco mais de um ano, os acreanos ficaram sabendo da existência de uma empresa chamada Murano Construções.
Direto de Brasília, a construtora veio montada numa carona que o governo do Acre pegou do Instituto Federal de Ceres, no Goiás.
A Murano não veio a passeio.


Chegou para, literalmente, papa tudo no tocante a obras.

Alvo de várias denúncias, a Murano foi tirada do foco, mas continua com muito prestígio no governo Gladson Cameli.

A ata aderida pelo governo é superior a R$ 50 milhões. Mais da metade dela já foi contratada.


Logo que a empresa se instalou no Acre este Portal identificou indícios graves do comedimento de irregularidades.


Supostamente passaram a usar o contrato para executar obras que estão estava previstas no contrato e na licitação, com a recuperação de rodovias.


O fato chegou ao Ministério Público Estadual. Um procedimento foi instaurado, mas não se tem notícia do encaminhamento.


A carona da Murano foi uma das muitas que o governo vem pegando desde janeiro de 2019. Na questão de obras, a administração estadual chegou a anunciar R$ 1,8 bilhão, mas tudo continua parado.


Surpreende a todos a incapacidade do governo Gladson Cameli de realizar licitação.
A Murano, que faz aniversário papando tudo no Acre, parece que vai permanecer surfando por muito tempo pegando carona nessa cada de cometa.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →