Tachado de inimigo, governo Cameli retira adicional noturno de servidores da Saúde

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Trabalhadores foram surpreendidos ao acessaram os seus contracheques.

“Um governo inimigo da Saúde”. É assim que a administração Gladson Cameli está sendo visto no meio da categoria.

Nas eleições de 2018, a maioria dos servidores da Saúde apostou no discurso da mudança e agora, pouco mais de um ano, há a percepção de que a mudança foi para pior.

Ao longo do tempo, os trabalhadores vêm tendo seus direitos retirados, o governo trabalha fortemente para terceirizar o setor e não oferece as garantias a quem, neste momento, está colocando a vida em risco em meio à pandemia.

Só faltou soltar fogos, mas o governo anunciou com estardalhaço o aumento da insalubridade para quem está na linha de frente no combate ao novo coronavírus. 

Como fora denunciando pelo deputado Edvaldo Magalhães (PC do B), boa parte dos servidores ficou sem a gratificação. A exclusão está sendo debatida na Justiça em ação impetrada pelo partido do parlamentar.

Mas a expressão dá com uma mão, mas tira com a outra cai como uma luva na mais recente medida tomada pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre).

Ao acessarem os seus contracheques para comemorarem o novo valor da insalubridade, os trabalhadores foram surpreendidos com uma desagradável surpresa.

Sem comunicado prévio, os servidores foram surpreendidos com a retirada da gratificação denominada “adicional noturno”.

A revolta nos grupos de whatsapp é grande.

Uma trabalhadora disse: “Tanta expectativa para nada”.

Outra lamentou: “Me sentindo assaltada”. 

Uma terceira vaticinou: “Governo inimigo da Saúde, mais uma vez comprovou”.

Em áudio, o presidente do Sindicato em Trabalhadores em Saúde, Adailton Cruz, informou que o aumento da insalubridade será paga em folha suplementar.

A categoria está descrente. 

Adailton Cruz colocou o sindicato a serviço da candidatura do governador e do seu vice Wherles Rocha. Se arrependimento matasse…

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →