Ex-senador Aluízio Bezerra está vivo e foi visto em Brasília

1–2 minutos

O ex-senador Aluízio Bezerra, que também foi deputado foi fotografado recentemente em Brasília, onde reside atualmente depois de ter deixado o Estado.

Aluízio ingressou na vida política em 1974, como primeiro suplente de deputado federal pelo MDB. Em 75, fundou o diretório municipal do MDB em Cruzeiro do Sul, assumindo a presidência do partido.

Já em 78 elegeu-se deputado federal pelo MDB, entretanto, com o fim do bipartidarismo em novembro de 1979 filiou-se ao PMDB compondo a chamada ala histórica do partido. Com o apoio de integrantes do PCdoB e do PCB elegeu-se mais uma vez deputado federal em 1982. Em 1986, foi eleito senado do Acre.

Bezerra, que votou pelo impeachment de Fernando Collor, tentou a reeleição para o Senado em 1994, mas não obteve êxito. Dois anos depois, foi eleito prefeito de Cruzeiro do Sul, entretanto, foi derrotado ao buscar uma reeleição, quando decidiu encerrar sua vida política e passou a apoiar à carreira política de sua mulher, Zila Bezerra, três vezes deputada federal pelo Acre e eleita prefeita de Cruzeiro do Sul em 2004.

Aluízio tem sequelas de vários problemas de saúde.

Juruá em Tempo

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →