Wenceslau desnuda governo e insalubridade no campo moral de Cameli

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Não há ódio no texto.

Há um sentimento de rancor perfeitamente compreensível.

Convidado a sair do governo, o repórter Rogério Wenceslau faz uma relato cru dos poucos meses em que ficou na condição de diretor da Secretaria de Comunicação, exercendo a função informal de Porta-voz.

Em texto publicado na sua página no Facebook, Wenceslau desnuda as entranhas do poder e revela a insalubridade no campo moral do governador Cameli.

“Vamos desmascarar esse governo logo de uma vez, certo? Eu nunca fui porta-voz. Esse cargo não existe na estrutura do governo. Prometeram-me esse cargo, me enganaram”, disse.

Sem a função de porta-voz, ofereceram ao jornalista uma assessoria especial, novamente lhe enganaram. Restou aceitar ser nomeado como diretor.

“Só aceitei esse humilhação porque já tinha pedido demissão do meu antigo emprego, tenho família para sustentar, e também, porque o governador me garantiu que iria corrigir isso, o que não fez, é claro”.

Lacônico, o jornalista avisa aquilo que a maioria da população já começa a perceber: o governo é uma fraude.

“Apesar de estar no alto escalão do governo, não concordava com os erros e trapalhadas que a sociedade está assistindo, atônita, desde o início”.

Para Wenceslau, estamos diante de um “governo fraco, confuso, sem rumo e que ainda não mostrou a que veio e, se continuar assim, vai ser um fracasso completo”.

Wenceslau entende que a administração de Cameli está recheada de gente despreparada para os cargos que ocupam. “ O resultado é que as coisas estão piorando, em vez de melhorar.

Começaram oferecendo uma secretaria a Wenceslau. Antes de lhe demitir, ofereceram uma CEC 7.

Comenta-se nos bastidores que Wenceslau perdeu o cargo porque compartilhou matéria do Portal contra o proprietário de site Roberto Vaz, que parece ter força junto ao rapaz Cameli.

A arte da fotografia é do Sérgio Vale.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →