Protestos no Peru deixam rastros de morte e acreanos são orientados a não viajar ao país

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Tiro, porrada e bomba. Esse é o cenário vivido no Peru com os protestos contra impeachment do então presidente Pedro Castillo ocorrido no dia 7 de dezembro. Naquele dia, Castillo anunciou a dissolução do Congresso peruano e o estabelecimento de um “governo de exceção”.

Antes, Castillo já havia sido expulso do Partido Libre, por segundo a sigla estar fazendo um “giro à direita” e ter tentado implementar um programa neoliberal, que ia contra os interesses partidários.

A dissolução do Congresso, no entanto, não recebeu apoio e o ex-presidente acabou destituído do cargo pela Casa parlamentar e preso no mesmo dia.

As manifestações de apoiadores de Castillo, que iniciaram ainda em dezembro, já deixaram 46 mortos. Sendo 18 somente na última segunda-feira (9). Os manifestantes exigem a antecipação das eleições gerais, a renúncia do atual presidente Dina Boluarte e o fechamento do Congresso.

Diante do caos instalados, é extremamente recomendado que acreanos evitem viajar ao Peru nos próximos dias. O país vizinho é destino de muitos os que procuram o clima agradável da montanha, a gastronomia única e o encanto das belezas naturais, mas tudo isso está escondido atrás de protestos violentos.