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Olá, vamos porongar?

Não resta dúvida de que o programa Asfalta Rio Branco foi fundamental para pavimentar a reeleição do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom.

Nessas barbeiragens inexplicáveis, o governo do presidente Lula liberou o dinheiro, via Banco do Brasil, para o aliado do inelegível Jair Bolsonaro derrotar o mdebista Marcus Alexandre nas urnas.

Mas nem tudo é pista livre, principalmente quando há pedras legais no caminho.

No período eleitoral, um empresário denunciou a má execução das obras.

Parlamentares também levaram a denúncia à Polícia Federal e ao Tribunal de Contas do Estado.

Não havia como parar os atropelos legais.

Mas os procedimentos foram instaurados.

E começam a dar resultados.

O Diário Oficial do TCE de hoje traz uma notificação ao secretário de Infraestrutura do município, Antonio Cid Rodrigues Ferreira.

O conselheiro Cristovão Messias concedeu quinze dias para o secretário de Tião Bocalom apresentar os seguintes documentos:

– medições  e pagamentos realizados (encaminhar até a última atualização), conforme subitem 9.8 do projeto básico e ensaios de qualidade realizados por medição/pagamento.

Como se pode perceber, o buraco é mais embaixo.

É inegável que os serviços foram feitos à revelia do que prega as boas normas de engenharia.

Tudo tinha o fito eleitoreiro.

Era preciso acelerar e atropelar.

Após a eleição, o próprio secretário declarou que havia obras mal feitas.

Espera-se que haja punição para quem usa o dinheiro público de forma irregular.

É bom que a Polícia Federal também cumpra a sua parte, haja vista que se trata de recurso federal.

O asfalta não pode ser assalta.

Fui.

Um forte abraço e um cheiro do Rosas.

Vida que segue.

A coluna escrita está no portaldorosas.com.br.

Tchau.

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