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Andar com fé eu vou, que a fé não costuma falha.
Quem assistiu ao filme O Poderoso Chefão 2 vai entender o que tratarei aqui.
Tenho uma pipira que voa por todos os lugares, até em confessionário, o que seria um pecado.
Mas pecado mesmo é o que abordarei aqui e agora, sem medo de ser excomungado.
A pipira pecadora ouviu e relator fatos que levaram à cúria da nossa santíssima Diocese ficar mais temerosa do que o coisa ruim da cruz.
Vamos ao que a pipira escutou…
Segundo a pipira, um pequeno padre detentor de enorme poder teria praticado inúmeros delitos em nome da fé.
Pego pecando, o padre se mudou para outro estado e fora afastado do sacerdócio por dois anos.
“Ouvi que raspou o que pôde das finanças da Diocese e chispou”, disse a pipira.
O pássaro católico, quase beato, garante que o padre, ao longo dos anos, ganhou a confiança do bispo, foi galgando cargos, centralizando e controlando tudo, chegando a posto de “ecomonus”.
“Ele trouxe a família para o Acre, alugou uma casa luxuosa e fazia feira em torno de cinco mil reais. Tinha até carrão” contou a pipira , sempre com a bíblia no bico.
Quando o bispo abriu os olhos e acordou para a realidade, mandou fazer um levantamento e constatou que o rombo era gigante.
Diante da situação, o bispo teria afastado o seu padre de confiança da beirada do cofre, nomeando um grupo de religiosos leigos para a administrar a Diocese.
A pipira religiosa, sem medo de estar cometendo pecado, revelou que muito seminaristas abandonaram o Seminário Maior, em razão das pressões e grosserias do padre.
Ouça essa: O padre era detentor de tanto poder, que era chamado de “mini bispo”.
Com poder enfraquecido, o bispo se indispôs com muito padres, principalmente os mais jovens.
Alguns abandonaram a batina.
Foi elaborado um dossiê com todos os esquemas capazes de levar gente ao inferno.
Ou à prisão.
Antes de partir, o padre teria dito ao bispo:
“Renuncie, rapaz! Você perdeu a condição de dirigir a igreja.
Essa é só uma parte da história.
Torcedor do Real Madrid, o bispo teria menos dores de cabeça se tivesse escolhido como homem de confiança um torcedor do Barcelona.
Cruz, credo!
Em tempo: os nomes foram omitidos porque o Espinhoso quer fugir de processos por não ter como pagar advogado.
Fui!
Um forte abraço e um cheiro do Rosas.
