Você lembra aquela expressão amplamente divulgada durante a campanha eleitoral de 2018?
Se não lembra, vou repetir o que o então candidato ao governo Gladson Cameli dizia: “Dinheiro tem, o que falta é gestão”.
Essa frase cai como uma luva no governo do Estado.
Realmente transborda recursos mais diversas pastas, mas falta capacidade na gestão para a devida explicação.
Este Portal recebeu documento que confirma a abundância de dinheiro numa das secretária mais problemática do Estado, a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre).
Segundo o documento, a Sesacre tem, em conta, R$ 112,7 milhões, do Fundo Nacional de Saúde.

Ora, se tem tanto recursos, o que justifica a falta de medicamentos básicos nas unidades de Saúde, em especial no pronto-socorro, como um simples esparadrapo.
No pronto-socorro e nas demais unidade não tem dipirona injetável e luva.
A realidade é cruel.
Dinheiro tem, falta gestão.
Veja a relação de medicamentos que faltam:
? Dipirona injetável;
?Lidocaína injetável;
?Álcool 70% ;
?Esparadrapo;
?Degermante;
?Furosemida injetável e comprimido;
?Tramal injetável ;
?Prometazina;
?Haldol;
?Glicose;
?Luva;
?Fita para medir glicose;
?Sulfato de magnésio;
?Losartana comprimido;
?Sinvastatina comprimido;
?Domperidona
