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No Dia da Mentira, Gladson Cameli é alvo de piadas sobre mentiroso nas redes sociais

As rede sociais amanhecerem nessa manhã fria e chuvosa abarrotadas de cards e frase cujo personagem principal é o governador do Acre, Gladson Cameli (Progressistas).

Não são artes que elogiam ou enaltecem um governante eleito no primeiro turno como símbolo de mudança, de novos ares, que iria abrir o Acre para o “desenvolvimento”.

Ele é tachado de mentiroso. E não é sem razão.

Gladson Cameli está na política desde os 28 anos de idades.  Está com 44 anos sempre renovando mandatos, mas costuma bradar que não depende da política para viver.

Essa é a maior da mentiras.

Embora fosse detentor de vários mandatos, o povo não conhecia, de fato, a sua personalidade. Passou a conhecer quando ele virou governador.

Esse conhecimento fez com que a população percebesse que Gladson não prima por algo básico na política: o cumprimento da palavra empenhada.

Algo que começou aqui neste Portal tomou corpo e na atualidade o governador do Acre é apontado como o maior mentiroso da história.

Essa fama de patranheiro não nasceu por obra do acaso.m

Nasceu porque, como disse um  conhecido jornalista da terra, a palavra de Cameli tem o mesmo valor de um risco na água.

Pessoas que firmaram acordos com o governador afirmam que aquilo que ele fala sentado não garante quando levanta, ou vice-versa.

Por isso, hoje, que é considerado o Dia da Mentira, todos os cards colocam o governador como mentiroso. Esse carimbo não nasce do dia para a noite. Foram muitas mentiras contadas ao longos dos últimos anos.

Mentir na política, é bom que se diga não é algo novo. Só que Cameli exagera na dose.

Na verdade, para vários estudiosos,  a política é o principal espaço para a propagação de inverdades, principalmente neste períodos de fake news e pós-verdades.

É fato que eleições  foram definidas, e guerras foram iniciadas ou justificadas, em governos democráticos ou em ditaduras, a partir de histórias inverídicas.

Com o advento da internet e os aplicativos de conversação, a  mentira ganhou novos meios de propagação, numa velocidade nunca antes pensada.

Esses mesmo instrumentos que espalham a mentira servem para combater o mentiroso, como acontece agora com Gladson Cameli.

Vamos lembrar que, no Brasil, a tradição do Dia da Mentira foi introduzida em 1828, com o noticiário impresso mineiro “A Mentira”, que trazia em sua primeira edição a morte de Dom Pedro I na capa e foi publicado justamente em 1º de abril.

No jogo social, é normal mentir ou omitir alguma coisa, mas existem casos considerados sérios. A mentira aparece como um hábito. O mitomaníaco mente e acredita no que diz. A fantasia vira realidade e ganha enredos intermináveis.

Há que se avaliar, porém, que o uso exacerbado de mentiras pode indicar transtorno de personalidade e fragilidades psicológicas que necessitam ser trabalhadas.

Pelo jeito, o transtorno de personalidade e fragilidade psicológica do governador são coisas sérias.

Candidato à reeleição, se a Justiça permitir, Gladson Cameli ainda vai soltar muitas lorotas.

Aguarde!

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