Roque Santeiro é clássico da teledramaturgia nacional.
O folhetim tem personagens inesquecíveis, como Sinhozinho Malta e a Viúva Porcina.
Interpretada pela bolsonarista Regina Duarte, Porcina foi viúva sem nunca ter sido de Roque, que não havia morrido. Esse é o motivo do jargão.
Há no Acre um esperto casal de políticos que se apresenta como separado sem nunca ter sido.
Esse fato foi suficiente para a “caçadora de mandato” ser logo apelidada de Viúva Porcina.
Visitando um templo religioso, a minha Pipira Azul ouviu uma história que confirma uma separação de fachada.
A Pipira viu a Viúva entrando numa grande igreja da capital.
A pequena ave também presenciou os fatos que ocorreram no templo de fé transformado em espaço político.
Segundo a pequena pipirinha, aquela que foi sem nunca ter sido tentava “converter” o presidente da congregação a deixar a sua candidata, a senadora Mailza Gomes de lado, para embarcar na sua ambiciosa candidatura ao Senado.
Diante da porta do Gabinete Pastoral, Porcina foi levada por assessores à uma pequena salinha, onde foi obrigada a ouvir a seguinte pergunta:
– A senhora está ou não casada com o seu marido?
O marido dela é aquele senador que teve as suas conversas expostas, aqui neste Portal, com uma jovem e linda garota de programa do Distrito Federal.
Pega de surpresa, a senhora falou o que todos sabem: a separação é uma farsa.
A resposta dela: – Permanecemos casados, mas estamos com uns probleminhas.
Falsos divórcios costumam ser utilizados por casais, a fim de enganar à população e à legislação eleitoral.
Oremos…
Essa Pipira não para nunca.

