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Dinheiro tem – Governo deixa de investir R$ 658,3 milhões com dinheiro em caixa por pura falta de gestão

Quem diz que o Acre é pobre, não sabe o que é abrir mão de recursos importantes para gerar empregos e renda.

É o que faz a gestão Gladson Cameli.

Em março de 2016, portanto há seis anos, o governo do Estado assinou contrato de US$ 187,5 milhões com o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird).

Os milhões de dólares seriam investidos por meio do Programa de Saneamento Ambiental Integrado e Inclusão Social (Proser), pensado e iniciado durante o governo do petista Tião Viana.

O Proser estava estruturado em cinco grandes componentes, que se desdobravam em outros 14 subcomponentes, com a finalidade de levar  serviços básicos às comunidades isoladas, inclusão social e econômica em áreas rurais, empreendedorismo e comunidades urbanas prioritárias, políticas públicas e fortalecimento institucional, bem como a gestão do próprio programa, com a disseminação de informações.

Esse programa, que poderia melhorar a vida das pessoas, foi encerrado no dia 31 de dezembro do ano passado com resultados pífios.

Somente 69,2 milhões de dólares foram executados. Os outros 118,2 milhões de dóloares ficaram esperando pelos gestores, que não tiveram a capacidade de fazer a correta aplicação.

Segundo fonte do Portal, o montante e ser devolvido não é o que deixou de ser executado porque foram feitos ajustes, mas o prejuízo permanece grande.

Se fosse, o estrago seria gigantesco.

Quando contraiu o empréstimo, o governo do Acre o fez com a cotação deu dólar na casa dos R$ 3,60. Pegou emprestado algo em torno de R$ 675 milhões.

No câmbio atual, um dólar custa R$ 5,57.

O governo deixou de investir US$ 118,2 milhões, que equivale, hoje, a R$ 658,3 milhões.

É muito dinheiro que deixou de circular por incompetência, ineficiência e falta e gestão.

Pior seria se fosse obrigado a devolver tudo isso por absoluta falta de iniciativa e de projeto.

O Acre segue à deriva, com um governador que só pensa na reeleição, mesmo sendo acusados de chefiar uma organização criminosa.

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