Após declaração de Calegário, petista que abertura de inquérito para apurar improbidade administrativa
O deputado federal Leo de Brito (PT) não deixará barato a confissão de criar contra a administração pública feita pelo deputado estadual Fagner Calegário.
Calegário foi às suas redes sociais reclamar que a base aliada está sem poder fazer indicações para emprego nas empresas terceirizadas contratadas pelo governo do Estado.
“Governador @GladsonCameli precisa avisar pessoal da SEGOV que parceria é via de mão dupla. As vagas de terceirizados que seriam para deputados estão garfadas por aí. Assim eu não consigo ajudar”, escreveu Calegário.

Na representação nos Ministérios Público Federal e Estadual pede que sejam investigadas as condutas do governador Gladson Cameli, do secretário de Governo, Alysson Bestene, e de Calegário.
Leo de Brito pede Instauração de Inquérito Civil a fim de apurar os atos de improbidade administrativa dos gestores envolvidos.
E, se for entendido há provas suficientes de materialidade e autoria de crime de peculato e corrupção passiva, que seja oferecida denúncia.
“Caso seja entendido que não há provas de materialidade e autoria suficientes para a comprovação de crime contra a administração pública, vou pedir a instauração de inquérito penal”, adiantou Leo de Brito.
