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Pipira azul: A história do assessor que pediu 500 mil em nome do rei

Como dá processo e a fonte não trouxe documentos, vamos ao mundo das brincadeiras para falar de coisas sérias.

Destaco que as minhas fontes costumam não falhar.

Uma pipira azul me contou algo que revela o quanto está bagunçado o reino da Camelilândia.

Existe também a pipira vermelha, mas quem contou foi a azul, é ela que habita os corredores palacianos.

Essa pipirinha querida tem ouvido tantas coisas espinhosa e cabeludas.

Uma dessas coisas é de arrepiar os cabelos do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Segundo a pequena ave da familia Thraupidae, a rapinagem está grande dentro do reino.

Rapinagem e gatunagem.

Um dos gatunos do dinheiro público estaria, abertamente, pedido propina, pasme, em nome do rei.

Tudo bem que o rei parou de dançar, está sendo investigado justamente por gostar de bulir no dinheiro público, mas ele é o rei.

Pode quase tudo, menos fazer o que está sendo acusado pela polícia.

E rei e rei, porque não está politicamente morto.

Voltando ao gatuno secretário, que é famoso na terceira maior cidade do reino justamente por ser rápido, por gostar de encher os bolsos com dinheiro público.

Essa pipira bem informada contou a seguinte história peluda:

O secretário gatuno chamou um construtor e pediu 500 mil estalecas para, segundo ele, animar o deprimido rei.

Crente de que iria ser ganhar prestígio junto ao monarca, o construtor entregou 250 mil estalecas e ficou de entregar a outra metade em poucos dias.

Nesse intervalo de tempo, o homem se encontrou com o rei foi logo se desculpando:

– Majestade, o peço mil perdões. O senhor me perdoe. Entreguei apenas a metade ao menino do Iaco, mas estou esperando receber para entregar as outras 250 mil estalecas.

Supostamente pego de surpresa, o monarca estribuchou:

– Você está doido. Não estou sabendo nada disso.

O rei poderia não saber, mas todos ao seu redor sabem.

Está prevista uma reforma administrativa para o fim do mês.

Dizem que o gato gatuno será “convidado” a deixar o posto.

O problema é que o fim de fevereiro vem acompanhado com o carnaval.

A pipira azul vai continua me informando.

Há muitas incertezas no reino da Camelilândia.

A única certeza é que tem gente metendo a mão no “alheio”.

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