Partido pressiona por espaço no governo e na chapa majoritária; Flaviano Melo pode ser vice
Nem bem embarcou, o MDB já prepara as malas para deixar o apoio ao governo Gladson Cameli (Progressistas).
Dirigentes mdebistas se sentem enganados por promessas não cumpridas, mas alegarão que irão alegar que a decisão foi tomada para que o partido busque alternativa rumo à eleição de 2022.
Embora a entrada tenha sido anunciada, o MDB nunca entrou de mala e cuia no governo.
A maioria dos detentores de mandados sempre se manteve distante.
O único que comanda duas secretarias é o senador Márcio Bittar, que indicou os secretários de Desenvolvimento Urbano e Regional e de Produção e Agronegócios.
Os três deputados estaduais, Antônia Sales, Meire Serafim e Roberto Duarte, nunca foram contabilizados como base.
A deputada federal Jéssica Sales, que não esconde a pretensão de concorrer ao Senado, manteve distante do governo e do governador.
Presidente do partido, o deputado federal Flaviano Melo indicou a esposa para cargo, mas nunca demonstrou empolgação com a aliança.
Nesta quarta-feira fria, o governador deverá permanecer ao lado apenas do MDB sem voto.
O MDB oficializou a entrada no governo no dia 5 de maio. O romance não durou muito tempo.
Há quem diga, porém, que se trata de uma pressão do MDB no governador.
Tudo articulado por Marcio Bittar.
Fala-se, inclusive, que o MDB pretende emplacar Flaviano Melo como candidato a vice-governador.
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