Fidelidade partidária sempre foi uma questão cara para o PT.
Muitos foram os infieis que foram convidados a deixar legenda ao longo dos anos.
Hoje, na Assembleia Legislativa (Aleac), foi consagrada uma das maiores infidelidades partidárias da história.
Olhando muito mais para os seus interesses econômicos e do seus familiares do que para o escarnio que fez morada na Secretaria de Educação e Esporte (SEE), o petista Jonas Lima decidiu retirar a assinatura do pedido de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o mar de corrupção na pasta.
Jonas Lima confirmou o que já era especulado.
Agiu tal qual o empresário das terceirizadas Fagner Calegário, que fez questão de posar, vergonhosamente, com a secretária de Educação, Socorro Neri, após ter fechado o negócio com o governo.
O petista Jonas Lima, que construiu fortuna ao longo dos anos usando a política, junto com parentes, fez o que deputados fisiologistas não tiveram coragem.
Ele não retirou a assinatura de um requerimento qualquer.
Retirou a assinatura de algo proposto pelo também petista Daniel Zen.
Quem não quiser expulsar o deputado, por algum motivo, dirá que não o fará porque O PT não editou resolução sobre essa questão da CPI.
Bem, se esse for o raciocínio, é melhor os petistas reavaliarem as suas condutas.
Ou entrar na base de Gladson Cameli.

