
O Herário é pauleira
Tio do governador Gladson Cameli, o secretário de Indústria, Ciência e Tecnologia, Anderson Abreu, designou servidores para apurar responsabilidade pelo cometimento de infrações no trânsito por condutores de veículos da secretaria. O titio, porém, atropelou feio a boa norma ortográfica. Escreveu que a finalidade da comissão de sindicância é a de ressarcir o “herário” público. Se quisesse ressarcir o erário ficaria mais fácil.
Amor de mãe
Amor de mãe é desmedido. Tem se tornado rotina a genitora do governador Gladson Cameli, a senhora Linda Cameli, ir às redes sociais se manifestar em defesa do filhote, o que é compreensível. Recentemente, ela criticou a postura dos deputados. O problema é que os parlamentares também têm mães. Já pensou se elas forem falar o que pensam do chefe do Executivo estadual?
Filhos da mãe
Ampliando a gritaria materna, alguém já pensou o que estão dizendo as mães dos mais de 300 servidores que foram exonerados por Gladson Cameli?
Crime de prevaricação
É porque os órgãos de controle estão anestesiados. Mas, quando disse que só retornaram os comissionados que trabalham, Gladson Cameli admitiu o crime de prevaricação, pois sabia que muitos não labutavam.
Professor Marcio
Humildade não é o forte de Marcio Bittar. O senador teria dito numa roda de aliados que vai ensinar aos deputados da base a cuidar do comunista Edvaldo Magalhães, a quem imputa todas as articulações contra o governo. O problema será reunir as pessoas no seu entorno.
Siga o Bispo
Recomenda-se acompanhar os movimentos do assessor da Sesacre Frederico Aurélio Bispo. O homem é empresário do ramo de venda de material hospitalar. Está em ponto estratégico.
Contrassenso
Wherles Rocha foi à Justiça, por meio da sua advogada, dizer que não tem condições de arcar com as custas processuais em processo movido contra o jornalista Leonildo Rosas. O vice-governador, porém, sancionou a lei que aumenta, a partir do próximo ano, as taxas dos serviços judiciais. Vai entender uma coisa dessas.
Depósito de assessor
Muito em breve, o Portal do Rosas irá publicar matéria sobre um depósito gordo de um assessor na conta do chefe. A grana caiu justamente no dia do pagamento. O extrato bancário está em mãos.
Gesto suspeito
O depósito pode não ter nada de ilegal. Mas levanta suspeita na relação. 15 dias depois, o assessor recebeu o mesmo valor em diárias. Parece muito com a história do Fabrício Queiroz com a família Bolsonaro.
O que mudou?
Há pouco tempo, Gehlen Diniz foi convidado a deixar a liderança do governo porque não conseguia aglutinar a base. Agora foi chamado para a mesma função. Até onde se sabe, nada mudou. E as mudanças foram para pior.
Prepara a caneta
Se quiser montar a base na Aleac, Gladson Cameli não contará apenas com a reluzente careca de Gehlen Diniz. Vai precisar preparar a caneta. As exonerações irão custar muito caro.
Problema de líder
Muito se fala sobre liderança do governo na Aleac. O problema não reside no Parlamento. A falta de líder está do outro lado da rua, no Palácio Rio Branco. Gladson Cameli não lidera nada. E esse só pode ser mudado no voto.
Mais à vontade
Gladson Cameli se sente mais à vontade comendo “bribote” e dançando no Senadinho do que tendo que trabalhar, que se reunir e decidir. Governar dá trabalho até para quem gosta e é acostumado a trabalhar.
Alvo errado
Como que deixando a porta sempre aberta, José Luiz Tchê não falou nada contra Gladson Cameli. Preferiu virar a sua bateria de ataque para o chefe da Casa Civil, Ribamar Trindade. Mirou no alvo errado. Trindade não faz nada sem antes combinar com o governador.
Um conselho
Ouça um bom conselho, eu lhe dou de graça: se você é nomeado por Gladson Cameli recomenda-se não fazer empréstimo consignado ou adquirir bem financiado. Essa insegurança prejudica a economia.
Milhões em obras
Risível é como pode ser qualificada a informação de que o governo investe R$ 99 milhões em obras públicas em Rio Branco. Onde estão essas frentes de serviço, que ninguém vê? O governo, até agora, foi incapaz de fazer uma licitação. Apenas a dona Murano se deu bem.
Um parto
O governo Gladson Cameli está com nove meses. É o tempo de uma gestação. Até agora só conseguiu parir escândalos sob escândalos.

