Por Leonildo Rosas
Emerson Jarude foi o primeiro político a se manifestar contra a contratação de um jato para o governador Gladson Cameli viajar.
A contratação de uma hora de voo a R$ 18 mil pode ultrapassar os R$ 5 milhões por ano.
O vereador ingressou com ação popular na Justiça para impedir a contratação.
Teve negado o pedido de liminar pelo juiz Anastácio Filho, mas disse esperar o julgamento do mérito.
“Pela decisão do juiz, acho pouco provável o êxito no mérito”, reconhece o parlamentar.
Jarude fez um histórico para o governo efetivar a contratação.
Lembrou que o governador chegou a declarar que não iria contratar a aeronave “por não precisar”.
Depois declarou que determinou estudo por parte da Procuradoria-Geral do Estado para verificar a possibilidade de cancelamento da licitação.
“PGE fez foi reforçar a necessidade da compra, dizendo que o governador teria condições de captar mais recursos com o avião”, destaca.
Para Jarude, há questões muita mais prioritárias para gastar recursos públicos, como Saúde, Segurança e Educação.
“A contratação do avião pode ser legal, mas é vergonhosamente imoral”.
