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VÍDEO DO ESPINHOSO – Governo e governador mostram fragilidade e derrota antecipada ao abandonarem candidatura de Alysson “Leitãozinho” Bestene

A democracia e a representação partidária estão pervertidas.

Basta ver os movimentos pré- eleitorais.

Antes da eleição, os partidos se esforçam para montar chapa.

Na eleição seguinte expulsam os eleitos para tentar atrair novos candidatos sem mandato.

Vai entender uma coisa dessa.

Outra coisa que chama atenção é a suposta aversão dos eleitores acreanos ao PT.

Se há a aversão, como se explica as festas para comemorar a entrada de ex-petistas nas legendas de direita?

Pare e conte quantos ex-petistas serão candidatos a prefeito nas eleições de outubro por outras legendas.

Mas, dentre de todos os movimentos, o que chama a atenção é a situação do Progressista em Rio Branco.

Durante meses, o governador Gladson Dançarino Cameli anunciou que o seu candidato a prefeito seria o secretário de governo, Alysson “Leitãozinho” Bestene.

Basta ir a uma rápida pesquisa na internet para confirmar.

Como o Leitãozinho sem asa não decolou, o Dançarino está no cerca Lourenço.

Em público, diz apoiar o seu candidato e amigo.

No privado, tenta desestimular a candidatura.

Estamos diante de é um fato inédito.

Pela primeira vez na história, em duas eleições seguidas, o partido do governo e do governador não tem um candidato a prefeito com apoio total da máquina governista na capital do Estado.

Por incrível que pareça, a deputada federal Socorro Neri, que era do PSB e foi apoiada pelo Dançarino em 2020, defende a candidatura Progressista.

Só que não há unanimidade.

Quem se posiciona contra a candidatura de Alysson Leitãozinho Bestene alega medo da derrota.

Ora, essa turma já perdeu., independente do resultado.

Se forem para o colo o prefeito Tião Bocalom, a derrota será ainda mais humilhante.

Bocalom poderá tripudiar na cabeça deles e ficará evidente toda a fragilidade do Dançarino e do seu governo.

Uma aliança com Marcus Alexandre também seria derrota, só que com efeito colateral menor.

Podem ser abertas portas para 2026 e freia a onda de extrema-direita.

Independente da decisão, também é sonhar com o improvável considerar o apoio de Dançarino Cameli como algo preponderante.

Ele só pensa nele e na própria sobrevivência.

Como entregou o governo nas mãos de maus assessores, não consegue levar nem os votos da integralidade dos cargos comissionados.

A cúpula do governo hoje se divide entre os que querem aliança com Bocalom e o que preferem Marcus Alexandre.

Poucos estão dispostos a ir às ruas por Alysson Bestene.

Continuo afirmando que o fraco desempenho de Bestene fala mais da fraqueza do governo e do governador, do que do candidato.

Um governador e um governo fortes têm candidato forte.

Não vou dizer que o governo de Dançarino Cameli terminou, porque ele não começou.

Os feitos do governo cabem numa propaganda de 30 segundos, veiculada na bem paga imprensa local.

Gladson é especialista em abandonar aliados.

Lembrem do próprio Alysson, do ex-vice-governador Wherles Rocha e do ex-secretário de Fazenda Rômulo Grandidier, só para citar alguns casos.

Por fim, neste abril, o mês da mentira. O Dançarino vai ter muito o que se preocupar com a verdade da Justiça, para não dançar.

Fui!

Um forte abraço e um cheiro do Rosas.

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vale a leitura