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VÍDEO DO ESPINHOSO – É tolice ficar dizendo que o inelegível nada fez pelo Acre

Cansei de ouvir a seguinte pergunta nos últimos dias:

O que esse homem fez pelo Acre para ser tão idolatrado?

O esse homem é o ex-presidente da República inelegível Jair Bolsonaro.

Olhando no retrovisor da história, o inelegível não fez nada relevante apenas pelo Acre, mas pelo país.

Mesmo assim, continua arrebanhando milhares de seguidores por onde passa.

No Acre não foi diferente.

Acho que tanto fanatismo se deve à incapacidade dos adversários de mostrar a verdadeira faceta do clã Bolsonaro e o seu envolvimento, por exemplo, com as milícias cariocas.

Até 2018, o inelegível era um obscuro deputado federal, com quase trinta anos de mandato sem mostrar algo que justificasse tanto tempo no cargo.

Paralelo a isso, os seus filhos também faziam carreira na política.

Nas eleições presidenciais de 2018, o inelegível, foi vendido como o novo, embora fosse velho conhecido na política.

Surfou na criminalização da política e dos políticos pela imprensa e, principalmente, pelo judiciário lavajatista.

Virou presidente.

Criaram um monstro que fez acordar os monstros adormecidos em boa parte da sociedade.

Na presidência da República, o inelegível passou a verbalizar barbaridades que os seus seguidores tinham vergonhas de verbalizar.

Voltando ao nada fez pelo Acre e pelo país.

Há muito tempo as pessoas deixaram de se preocupar com os bons resultados na economia, na boa educação, na excelente segurança ou na políticas que promovam o bem-estar social.

O que essa turma gosta é das tais pautas de costume.

Falar sobre aborto, droga, homossexualismo, por exemplo, dialoga mais e diretamente com os chamados conservadores.

E esse conservadores estão espalhados, na sua maioria, dentro dos templos religiosos.

Pautada por líderes religiosos, essa turba segue os mitos da vida, sem fazer os devidos questionamentos.

Há, no Brasil, uma polarização afetiva.

A disputa política deixou de ser apenas um ato eleitoral.

Passou a ser um ato identitário, presente no cotidiano do consumo, do estilo de vida, hábitos e escolhas.

A disputa eleitoral transbordou para o cotidiano.

No Acre há 4.600 templos religiosos.

Um amigo pastor me disse que, na região da Baixada da Sobral, há cerca de 600 templos religiosos, com as mais variadas denominações.

Imaginemos que, num domingo, 50 fieis saiam de casa para ir ao culto.

Serão 30 mil pessoas que creem cegamente no que o seu pastor diz.

É difícil disputar com quem promete o reino do céu.

Mas uma coisa é certa: se não houver uma mudança no modo de agir das forças ditas mais progressistas, os mitos irão continuar mitando.

E, infelizmente, os retrocessos serão irreparáveis.

Finalizo com um exemplo:

Se fazer algo fosse sinônimo de vitória eleitoral, o governador Gladson Dançarino Cameli teria sido eleito e reeleito?

Fui!

Um forte abraço e um cheiro do Rosas.

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vale a leitura