Uma breve comparação entre os prefeitos de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, ambos do Progressistas

Partido do governador Gladson Cameli, o Progressistas elegeu os prefeitos das duas maiores cidades do Estado, Rio Branco e Cruzeiro do Sul.

Obteve vitórias em outros municípos, mas prefiro falar sobre esses dois.

Faço essa opção par referenciar e fazer comparações entre prefeitos que têm compromisso com gestão e com justiça social.

Rio Branco, a capital do Acre, tem sido obrigada a conviver com um homem truculento, negacionista e que procura fabricar escândalos nas administrações anteriores para justificar a sua incompetência.

Tião Bocalom é assim mesmo e não vai mudar. Pau que nasce torto…

Veio de Acrelândia, um município onde a politica era feita na marra, na brutalidade, com ameaças e mortes entre adversários.

Não sou eu quem digo. Os relatos estão nos arquivos de jornais e nos tribunais.

O prefeito da capital é uma espécie de Rei Midas ao contrário, tudo o que toca virá pó. Basta ver o seu histórico como empresário. Faliu tudo.

Foi a esse homem, que por quase duas décadas só fez política raivosa e agredindo adversários , que a maioria da população entregou o seu destino para os próximos quatro anos.

Não havia período pior para o eleitor-cidadão fazer essa opção. Os efeitos do voto começaram a ser sentidos antes mesmo dos tradicionais 100 dias.

É um período cuja marca é omissão aos desabrigados na enchente do Rio Acre e igarapés, agressões a trabalhadores e viagens constantes pagas pelo contribuinte.

Também há briga em campo aberto com a administração estadual.

Uma prefeitura no Acre não tem autonomia e nem poder de fogo para confrontar com o governo do Estado. o prefeito vai aprender isso, mas quem sofrerá será o cidadão.

Vivemos numa pandemia , mas o prefeito e o governador, em vez de juntarem forças, ficam brincando em praça pública, enquanto pessoas morrem e falta o básico nas unidades de saúde. Eles não se entendem nem sobre a vacinação dos que querem ser imunizados contra a Covid-19.

Ambos precisam entender que as eleições serão em 2022. Que não é hora de salvar votos. Que o momento de salvar vidas.

Rio Branco, que vinha vivendo os efeitos de administrações positivamente avaliadas, com as de Raimundo Angelim e Marcus Alexandre, está nas mãos de um Bocalom da vida.

Dias piores virão.

Pelas bandas do Juruá a situação é diferente.

Há politicas públicas definidas e o claro compromisso do prefeito Zequinha Lima com a vida, com a gestão, com justiça social.

A eleição do humilde Zequinha Lima, um professor que começou a vida pública no PCdoB, pôs fim à politica coronelista, que por décadas permeou ditou as regras em Cruzeiro do Sul.

Diferentemente de Bocalom, Zequinha não recebeu uma prefeitura ajustada. Mas não olhou pelo retrovisor. Fez o certo: mirou o horizonte porque é assim que as coisas devem ser feitas.

Politico que procura falhas do seu antecessor para esconder a sua incompetência está fadado ao fracasso.

Por serem diferentes dentro do mesmo partido, é que Bocalom tem tudo para caminhar para o fracasso. Ele não sabe nada de gestão, é um bruto, que se cercou de amigos pouco qualificados para tocar uma máquina complexa como é Rio Branco.

Quanto a Zequinha, penso que caminha para superar os obstáculos maiores do que as tradicionais ladeiras de Cruzeiro do Sul e fazer uma administração bem sucedida e vitoriosa, pois tem humildade, olhar social, bem como honestidade política e administrativa.

O tempo se encarregará de comprovar o que aqui foi dito.

Só acho que a origem, o berço político, faz toda diferença.

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