Seria piada, se não fosse oficial.

O governo anuncia que pretende fazer um “Novo Futuro” na Educação.

Com toda a minha ignorância, me pus a pensar.

O novo já não vem no futuro?

Acho que tentaram jogar com as palavras, mas se embaralharam na ânsia de fazer propaganda.

De novo pelas bandas da pasta de Educação só muita trapalhada com as matrículas e as contratação de professores.

Na verdade, isso não é tão novo assim.

É uma prática que nos faz olhar para o passado.

Para há 20 anos, quando tínhamos a pior Educação do Brasil.

E não queremos esse novo futuro de forma alguma.

Se quiserem realmente cuidar da Educação, os atuais gestores não precisam reinventar a roda.

Têm que olhar para o futuro, sim, mas sem esquecer as bases do passado.

A Educação que eles receberam está milhões de anos luz à frente da que Jorge Viana recebeu do tio do rapaz há duas décadas.

Éramos a pior do Brasil.

Atualmente, somos a melhor do Norte, a segunda Norte/Nordeste e estamos entre as primeiras do País.

Temos experiências inovadoras criadas por Tião Viana, como o Centro de Estudo de Língua e o Instituto de Filosofia e Matemática.

Tião Viana instalou 10 escolas de ensino integral e dois colégios militares, que já apresentaram ótimos resultados.

Foi quase R$ 1 bilhão de investimento, por ano, na Educação.

Os bons índices não caíram do céu.

Exigiram muito trabalho, dedicação, planejamento e investimentos na formação dos profissionais.

O futuro sempre é novo.

O novo sempre é o futuro.

Não dá é para transformar o atraso do início do ano letivo em algo para se comemorar.

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