TV Espinhosa – Sócio da empresa amazonense contratada pelo governo do Acre já foi preso e acusado de pagar propina a políticos

Qual o encanto que as empresas do Amazonas têm, que as acreanas não têm?

Essa é a pergunta a ser feita constantemente.

Desde os primeiros dias do atual governo, as amazonenses levam quase tudo.

E, quando não levam, os ganhadores vêm de Goiás, Mato Grosso, Brasília ou São Paulo.

A turma daqui fica chupando o dedo ou com as migalhas.

A TV Espinhosa está no ar.

O governo do Estado assinou mais um contrato com empresa amazonense.

Trata-se da Med Plus Ltda.

Essa empresa será responsável pela prestação de serviço em gerenciamento , processamento, com fornecimento e instrumentos, insumos e mais um paiol de coisas para atender as necessidades da Fundação Hospital do Acre, a Fundhacre.

É mais um passo para o governo terceirizar a saúde estadual.

O valor do contrato é de nove milhões e setecentos mil reais, pelo prazo de doze meses, podendo ser prorrogado até o limite máximo de cinco anos..

Um dos sócios da empresa é Sérgio Roberto Melo Bringel.

Fui pesquisar de quem se trata.

Na pesquisa, pude verificar que esse senhor já foi preso na quarta fase da Operação Maus Caminho, da Polícia Federal (PF)e Ministério Público Federal, em outubro de 2018.

Ele viu o sol nascer quadrado por três dias.

Na ocasião, foi apontado como parte de uma organização criminosa que teria desviado recursos públicos da saúde no Amazonas.

Fato concreto é que Bringel responde na Justiça Federal por peculato e organização criminosa.


O MPF no Amazonas denunciou o empresário, em 2019, por desvio e apropriação de recursos públicos em prol da Bioplus, mediante o recebimento de valores sem a devida comprovação de serviços prestados.


Além disso, ele é acusado de integrar suposta organização criminosa que teria sido constituída para desvio de verba pública e pagamento de propina a políticos.

O MPF também denunciou Bringel por dispensa indevida de licitação em favor da Bioplus. Porém, em 12 de fevereiro de 2020, ele foi absolvido nesse processo.


As demais ações continuam em curso.


Aqui no Acre os órgãos de controle deveria seguir o exemplo do que acontece em outras localidades para ficar mais vigilantes.

Não é normal essa farra de dispensa de licitação e de caronas por meio de adesão de atas em nenhum lugar do mundo.

Mais anormal ainda é essa conexão amazônica.

Essa contratação foi mais uma das muitas adesões de atas do governo.

Adesão veio da Secretaria de Estado de Saúde do Tocantins.

O Acre, um estado pobre, está abastecendo os cofres de empresas de estados ricos.

É bom acompanhar se haverá ou não retorno para abastecer campanhas eleitorais.

Vida que segue.

Tchau, forte abraço, com o cheiro do Rosas.

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