TV Espinhosa – No momento mais difícil da história, Gladson e aliados se digladiam em praça pública

No momento mais difícil da nossa história, o que menos vemos é união de quem deveria estar unido.


Em vez de preocupação com vida, o que vemos é defesa de votos.


Aliados brigam em campo aberto, enquanto falta leitos em hospitais, oxigênio e sensibilidade.


É tempo de juntar forças.
É o que acho.


Vamos ver isso na TV Espinhosa?
Antes, porém, peço que curta e compartilhe o vídeo.

Isso ajuda muito na divulgação.

Vamos lá?

Gente, antes de mais nada, o governador Gladson Cameli deveria revelar ao público o remédio milagroso que tomou.

Em menos de uma semana, ele disse estar curado da Covid-19 e pronto para o trabalho.

Isso é incrível.

Semana passada ficou eviscerado o racha entre o governador e os seus aliados.

Após perder dois assessores, o senador Sérgio Petecão fez um desabafo escatológico.
Disse que se sentia um merda por não poder fazer mais pelos seus amigos.

A impotência de um senador escancara a impotência da sociedade.

Todos nos sentimos da mesma forma, com a diferença de não sermos senadores.

O desabafo de Petecão deu combustível para que o exército mercenário das redes sociais ligado ao governo partisse para o ataque.

Petecão foi acusado de não ajudar o governador no combate à Covid.

O senador, juntou a bancada e emitiu nota mostrando que dinheiro tem, o que falta é gestão.

Que há dinheiro não resta dúvida.

O presidente Jair Bolsonaro jura que mandou mais de oito bilhões para Gladson.

Até agora o governador não desmentiu o seu aliado.

Mas o fato é que tudo o que não precisamos é de uma briga para saber  quem trouxe dinheiro.
O que precisamos é juntar forças para cobrar do governo federal que compre e distribua vacinas.

O senador, que nunca se manifestou contra o negacionismo presidencial, pode aprender e mudar de postura.
Cobrar mais, ser mais pró-ativo.
O mesmo deve servir para o governador e demais aliados de Bolsonaro.

Ficar calado diante do que acontece no país é ser cúmplice de um genocida.

Sérgio Petecão usou a escatologia em um momento  de dor profunda.
Mas não há como negar que vivemos em um país que fede.

Aqui no Acre, tanto Petecão quanto Gladson apoiam a política de Bolsonaro.


Mesmo assim, ficam se digladiando com os olhos espichados para as eleições de 2022.


Penso que, para merecer os votos dos vivos, essa turma precisa respeitar os mortos.


Vivemos um tempo de medo e incertezas.


A pandemia vai demorar nas nossas vidas.


É pena que uma turma que passou tantos anos sonhando para chegar ao poder não consiga se unir num instante tão crucial da história.


Acho que o governador deveria orientar ao seu exército nas redes a recolher as armas.


A luta, agora, exige a junção de forças, sem cor partidária e ideológica.


Se bem pensasse e fosse menos arrogante, Gladson deveria pedir ajuda a quem sabe das coisas.


E não adianta pedir dos teus aliados.


Mas tenho certeza de que líderes como Jorge Viana, Marcus Alexandre e tantos outros não se furtariam a contribuir.
É só uma ideia.

Vida que Segue.
Gostou dessa TV Espinhosa?
Curta e compartilhe.
O espinhoso agradece.
Forte abraço com cheiro de Rosas.

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