TV Espinhosa – Acre chega ao primeiro ano de Covid-19 com um número de mortos equivalente à queda de 12 aviões; Estado segue à deriva sem piloto

Vou fazer uma pergunta.

Há um ano você imaginava que poderíamos chegar à situação que chegamos? 

Confesso que, embora tenha feito vários alertas, eu não esperava.

O Acre, cujo governador prometeu vacina, tornou-se um exportador de doentes com Covid-19.

Você sabe quantos aviões caíram no Acre nesses trezentos e sessenta e cinco dias?
Foram muitos.

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Gladson Cameli não esconde de ninguém que é um amante da aviação.

Tanto gosta de viajar quanto de colecionar aviões em miniaturas.

Para este comentário ficar mais claro, vou buscar na aviação argumentos para falar sobre a tragédia vivida no Acre.

Pense que  no período de um ano, fomos obrigados a chorar os mortos, todos os meses, de um acidente aéreo com um Boeing.

Sim, a quantidade de mortos pela Covid-19 no nosso estado é como se tivesse caído uma aeronave mensalmente.
Imagine a queda de 12 Boeing.

Sei que é uma comparação forte, mas tem que ser feita.

Vivemos uma tragédia na saúde pública e sem perspectiva de melhora a curto tempo.

Do dia dezessete de março do ano passado, quando foram confirmados os casos,  até o dia de hoje o Acre contabilizou mais de mil cento e trinta mortes.
Os hospitais estão lotados.
Não há leitos de UTI.
Falta oxigênio.

Sobra desespero, falta esperança.

O Acre passou a exportar os seus doentes.

E o que é pior: o comandante declarou que não tem mais o que fazer.

Esse comandante é o mesmo que prometeu vacinas, que disse ter cento e trezes milhões de reais para comprar o imunizante, mas não trouxe uma agulha.
As poucas vacinas que chegaram ao Acre vieram por meio do Plano Nacional de Imunização.

Viriam de qualquer jeito.

Não irei nem falar de dinheiro, porque isso tem.

O que falta é gestão.

Faço uma pergunta: será que estaríamos voando à deriva se tivéssemos um governador com mais conhecimento à frente do Estado?
Mas não é só o governo e o governador responsáveis.
Há os que fazem pouco caso do vírus mortal.
Penso que preferível  ter alguém que acredite em  folclores como  a  mãe da mata, o Mapinguari  e o Saci Pererê, que  são crenças populares e culturais.
Ruim é conviver com  negacionistas, que pensam  que a terra é plana, que vacinas não são boas, que o homem não foi à lua.

Precisamos de pessoas que creiam na humanidade e na ciência.
Que falem a verdade. 
Que não mintam.

Tempo sombrios virão.

Estamos todos no mesmo avião.

O negócio é tentarmos nos protejer como der.
Nesse caso é melhor usar máscara do que apertar o cinto.

O piloto sumiu.

Ou melhor: o Acre segue à deriva sem piloto.

Pense nisso…

Valeu!

Vida que Segue.

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