Sob o comando de Gladson Cameli, Acre está entre os 12 estados cujas gestões ficaram mais ineficientes

“Dinheiro tem, o que falta é gestão”. Todos lembram que essa frase foi proferida à exaustão durante a campanha eleitoral pelo hoje governador Gladson Cameli.

Pelo jeito, esse foi mais um compromisso assumido pelo rapaz que foi levado ao fosso do esquecimento.

Sob o seu comando, o Acre está entre os 12 estados brasileiros, mais o Distrito Federal, cujas gestões tornaram-se mais ineficientes.

O resultado, que traz o estado administrado por Cameli na última posição, está na nova edição do Ranking de Competitividade dos Estados.

O desempenho é medido por índices como o de oferta de serviços digitais e de transparência. O ranking srá divulgado hoje e foi elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), pela Economist Intelligence Unit e pela Tendências Consultoria Integrada.

De acordo com o CLP, o quesito de eficiência da máquina pública trouxe mudanças na sua composição com a inclusão de três novos indicadores: Qualidade da Informação Contábil e Fiscal, Produtividade dos Magistrados e Servidores do Judiciário e Oferta de Serviços Públicos Digitais. Junto a eles estão o custo dos Três Poderes em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), a Eficiência do Judiciário e o Índice de Transparência.

Este ano, o ranking trouxe poucas novidades na classificação geral. São Paulo segue como o mais competitivo, seguido de Santa Catarina e Distrito Federal. O Rio de Janeiro saiu do Top 10, agora em 11.º trocando de lugar com o Ceará, o mais bem classificado do Nordeste. Maranhão deixa a vice-lanterna e se posiciona em 23.0. O Acre está em último nesta edição.

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