Sob a liderança de Socorro Neri, Rio Branco tem a segunda melhor gestão fiscal entre as capitais brasileiras

Rio o Branco é a segunda capital do país com melhor gestão fiscal de acordo com levantamento publicado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) nesta quinta-feira, 31.

No ranking entre as capitais brasileiras melhor posicionadas, a capital acreana aparece em segundo lugar na gestão dos recursos financeiros, atrás somente da capital baiana (Salvador).

Rio Branco tem nota 0,84 numa escala que vai de 0,0 até 1,0. Apenas três capitais tem notas acima de 0,8 e são classificadas como gestões de excelência: Salvador, Rio Branco e Manaus.

A análise foi feita a partir do Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), construído com base nas contas municipais de 2018 enviadas pelas prefeituras à Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

A prefeita Socorro Neri disse que Rio Branco possui um orçamento insuficiente para prover a cidade de toda a infraestrutura necessária, mas destacou a responsabilidade com que sua gestão tem trabalhado para não comprometer a saúde fiscal do município, ou seja de não gastar mais do que é arrecadado e fazer investimentos de forma equilibrada, dentro dos limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

“Temos dinheiro insuficiente para solucionar todas as demandas de uma vez só, mas com planejamento e foco vamos avançando. O ano de referência do estudo é 2018, como assumi em abril e mantive a boa gestão que já estava em curso, estou feliz com o resultado e com o que ele significa. Para quem queira diminuir esse feito, perguntem como seria morar num município em que os salários dos servidores estão atrasados, não consegue pagar os fornecedores, não tem crédito e, ainda por cima, está com os órgãos de controle exigindo demissão de servidores”.

O índice IFGF é composto por quatro indicadores: Autonomia, Gastos com Pessoal, Liquidez, e Investimentos.Foram analisados 5.337 dos 5.568 municípios brasileiros – 100 descumpriram a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e não deram transparência às suas contas, e outras 131 enviaram dados inconsistentes para a STN, o que impediu a análise pela Firjan.

Andryo Amaral, da Diretoria de Comunicação

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