Servidores comissionados que pretendem disputar cargos eletivos ignoram a ordem do “Determinador” e não pedem exoneração

Virou rotina ninguém cumprir as determinações oriundas do “Determinador” que ocupa a cadeira de governador do Acre.

Em um dos seus constantes rompantes, Gladson Cameli determinou que todos os ocupantes de cargos comissionados no governo, que pretendem concorrer a cargos eletivos nas eleições deste ano, deveriam ter pedido exoneração até o último dia 28.

Segundo matéria produzida pela Agência de Notícias do governo, Cameli chegou a enviar documentos aos secretários de Estado e, confundido gestão pública com gestão partidária, ao PP, partido ao qual é filiado.

Março chegou e aquilo que fora determinado virou água. Parece que ninguém levou a sério o dito pelo chefe do Executivo estadual.

Até hoje não saiu nenhuma exoneração no Diário Oficial.

Fazer pouco caso do que é determinado pelo “Determinador é regra no meio político. Não demorou muito para as pessoas perceberem que as palavras de Cameli valem tanto quanto um risco no oceano.

“O que ele diz sentando não resiste a uma levantada da cadeira”, comentou um deputado da base aliada.

Há muita gente nomeada querendo ser candidata. Mas esses postulantes à candidatura sabem que há um prazo legal para se desincompatibilizar.

Não será bazófia de um gestor que não sabe gerir que irá fazê-los deixar os cargos e ficarem sem salários antes do tempo.

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